Seguindo um pouco a lógica do post anterior...fica aqui uma BD do Garfield...podia falar sobre a a minha opinião sobre os livros de auto-ajuda e tudo mais...mas hoje, hoje simplesmente não estou para isso. Fica só a BD...tirem as vossas conclusões.
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18 outubro 2011
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A vida (pelas leis do Garfield) - Parte 23
Gosto de me manter informado, mas tento fazê-lo através da Internet, na maioria das vezes, para poder fazer um rastreio daquilo que quero consumir. Porque, sinceramente, cada vez me custa mais ver o telejornal.
Não há paciência para tanta má notícia! Austeridade é a palavra da moda, que veio substituir a já muito usada "crise". São aumentos aqui, cortes ali, desemprego não pára de aumentar, mais portagens que se vão cobrar. Não há espaço para uma boa notícia, para um momento motivacional, somos um povo que se alimenta de negativismo, somos um povo que tende sempre para a depressão, que tende sempre para se frustrar e sentar no sofá a ver lixo televisivo (aqui já não falo dos telejornais, mas sim do que se segue a isso).
Sinceramente não estou para isso. Chamem-me de medíocre, inculto, egocêntrico, de tudo o que quiserem, mas prefiro viver um pouco alheio desse tipo de notícias, encaro-as quando se tornarem na realidade no meu quotidiano. Sou, no fundo, fruto de uma geração que está a levar com as consequências de muitos erros do passado e que ainda se está a aperceber o porquê de ser considerado culpado.
26 agosto 2011
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A vida (pelas leis do Garfield) - Parte 22
Longe vão os tempos em que a única forma mais comum de comunicação e socialização era a mais natural: o contacto pessoal, o "mano-a-mano", o frente a frente, o parlapié na sua forma mais genuína.
Hoje em dia, já depois da geração que conheceu o desenvolvimento dos telemóveis (a minha), em que, em plena adolescência, nos entretínhamos a mandar os "toques" que pareciam querer passar uma mensagem que não era possível enviar devido à falta de saldo, surge a geração da Internet, dos chats, dos MSN's, das redes sociais e tudo que esse monstro divino que é a internet permite...
Com a Internet veio o aumento das mentiras, o aumento das duplas personalidades, pois, no tal do mundo virtual podemos ser quem quisermos, escondidos atrás de um teclado, de um monitor e de uma rede sem detector de mentiras. Eu, por exemplo, "escondo-me" através de um nickname, uma das características da Internet para ocultar a identidade.
A verdade é que usamos isso a nosso favor, como não podia deixar de ser, e podemos ser quem queremos, havendo pessoas que se transformam totalmente quando estão na Internet e que, muitas das vezes, revelam o melhor (ou pior) de si. No meu caso, eu sou basicamente parvo na Internet e na vida real e, quem me conhece, sabe bem disso.
Todos nós temos defeitos, mas também temos qualidades e não há mal nenhum se dermos destaque a estas, no entanto, não tentes ser o que não és. Isto soa sempre a cliché, mas a verdade é que é sempre mais fácil sermos nós próprios (na vida real ou na Internet), porque poupa o trabalho de alimentar uma mentira.
Com a Internet veio o aumento das mentiras, o aumento das duplas personalidades, pois, no tal do mundo virtual podemos ser quem quisermos, escondidos atrás de um teclado, de um monitor e de uma rede sem detector de mentiras. Eu, por exemplo, "escondo-me" através de um nickname, uma das características da Internet para ocultar a identidade.
A verdade é que usamos isso a nosso favor, como não podia deixar de ser, e podemos ser quem queremos, havendo pessoas que se transformam totalmente quando estão na Internet e que, muitas das vezes, revelam o melhor (ou pior) de si. No meu caso, eu sou basicamente parvo na Internet e na vida real e, quem me conhece, sabe bem disso.
Todos nós temos defeitos, mas também temos qualidades e não há mal nenhum se dermos destaque a estas, no entanto, não tentes ser o que não és. Isto soa sempre a cliché, mas a verdade é que é sempre mais fácil sermos nós próprios (na vida real ou na Internet), porque poupa o trabalho de alimentar uma mentira.
02 julho 2011
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A vida (pelas leis do Garfield) - Parte 21
O português é, por norma, uma pessoa pacífica, uma pessoa conhecida pelo seu acolhimento e simpatia, mas tudo isto muda quando se senta no carro com o volante na frente. O típico tuga sente-se com poder no momento da condução, sente que está acima da lei e, sobretudo, que ninguém conduz melhor do que ele.
Eu, como típico tuga que sou, também confesso ter desses momentos. Não gosto de andar devagar e cansa-me domingueiros; não gosto de buzinar para reclamar da condução dos outros, porque as pessoas que mais buzinam são as mesmas que estão sempre a fazer asneiras ao volante.
O típico tuga ao volante anda à esquerda sempre que pode, independentemente se vai alguém do lado direito ou não. O importante é dar aquele toque que a ele ninguém o ultrapassa e, para reforçar a ideia, mantém o pisca sempre ligado (lamento informar, mas o pisca não faz o carro andar mais). O típico tuga gosta de ter um Audi, um BMW ou um Mercedes (pode ser um cangalho velho praí em 5ª mão, mas tudo bem). O importante é ter um carro bom, mesmo que viva num barraco.
O típico tuga é tuning (ou “tuninho”), gosta de ter as jantes da moda, fazer arranques e ter a música alta em locais com muita gente e de fazer as alterações mais estranhas (para não dizer azeiteiras) possíveis.O típico tuga é, e vai continuar a ser, uma pessoa diferente quando está ao volante…mesmo que as estradas continuem num estado miserável.
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Hoje não tenho muitas palavras a acrescentar...podia falar sobre esta altura do ano em que muitas pessoas andam a lutar contra a tentação para não perderem a linha para o Verão...podia falar de como as mulheres conseguem ser manipuladoras (não tomem isto como uma crítica, mas sim como um elogio)...mas não vou falar de nada disto...deixo-o para vocês as opiniões e os comentários sobre esta BD...uma boa semana para todos.
Confesso que, muitas das vezes, custa-me fazer um post assim natural e espontâneo, onde as palavras parecem que saem mecanicamente e sem muito pensamento. Esse sentimento de simplicidade de escrita perdeu-se na viagem entre a adolescência e a juventude e agora parece estar demasiado enferrujado para voltar ao ritmo que já andou.
Aproveitei o auge da adolescência para escrever rimas sentidas que saíam directamente do coração para os papéis amarrotados pelo uso. Eram palavras genuínas, fruto de uma (parva) ingenuidade sobre as responsabilidades da vida.
Hoje a vida tornou-se mais aborrecida, mais séria, mais…insossa talvez. O sal que lhe coloco sabe sempre a pouco e evapora-se demasiado rápido nesta vida que ferve com uma chama com pressa de arder.
Sim, isto soa estranho e sem sentido! É fruto do furacão de pensamentos que vai neste músculo demasiado activo chamado cérebro.
06 fevereiro 2011
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A vida (pelas leis do Garfield) - Parte 18
Já está quase a fazer 5 anos que tenho este espaço e, depois de muito tempo perdido (num acumular de 399 posts), posso dizer que gosto disto. É um passatempo a que me vou dedicando quando tenho tempo ou quando sinto necessidade de partilhar algo e com o qual fui ficando ligado.
Tento não fazer disto um vício, mas também tento manter o espaço minimamente activo. Se vale a pena ou não? Se tenho visitas ou comentários? Já tive tempos com mais comentários e já tive tempos com menos visitas. Alguém vai ler isto? Quem sabe, mas eu fico na minha ideia que alguém o vai fazer e, nesse momento, fica sol na minha terra encantada...!
04 dezembro 2010
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A vida (pelas leis do Garfield) - Parte 17
Com este calor esquisito frio que tem estado, só dá vontade de ficar de baixo dos lençóis que estão tão quentinhos. Não é preguiça...naa! Não tem nada a ver com isso, é mais porque o frio congela os movimentos e não dá vontade de fazer nada...
03 novembro 2010
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A vida (pelas leis do Garfield) - Parte 16
Saudades do Garfield? Pois é, este gato especial andou um pouco desaparecido neste blog (desde Junho), mas voltou para nos dar mais uma lição desta de vida. Desta feita é sobre a importância que damos às redes sociais e, depois da febre Hi5, chegou o Facebook.
É uma rede social bem conseguida, não sendo também, por isso, de estranhar a realização de um filme sobre a sua criação. Para além de permite conectar as pessoas entre si, é um espaço de entretenimento por excelência.
Mas, à semelhança de todas as redes do género, deixa muitos dos utilizadores presos a uma realidade virtual, a uma constante procura de uma "identidade online", uma personalidade moldada para ser social através da web. Essas pessoas acabam por fazer disso vida e depois...é o que se vê...
22 junho 2010
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A vida (pelas leis do Garfield) - Parte 15
Antes de gostarmos de qualquer outra coisa, temos que gostar de nós mesmos. Não se trata de uma questão de egoísmo, egocentrismo ou simplesmente ser convencido. É uma questão de se ser humilde, mas não se deixar ser pisado. Ser forte, sem ser duro com os outros. Não demonstrar superioridade, mas também nunca ser inferior.
A falta de auto-estima é um mal comum do povo português (com as políticas dos governos do nosso país também não é de estranhar), mas é tempo de reagir, não se deixar intimidar porque se fala em crise, não se deixa abater quando algo corre mal, porque cair toda a gente cai, levantar é que são poucos...e tu podes ser um deles!
"Valoriza-te para mais: os outros ocupar-se-ão em baixar o preço"
Tchekhov , Anton
18 abril 2010
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A vida (pelas leis do Garfield) - Parte 14
Pois é, para quem segue este blog (eu e o meu ego), sabe que o gato mais famoso deste blog já não parece aqui faz muito tempo (desde Junho digamos) e está de volta para mais uma daquelas lições de vida com as quais me identifico profundamente...aqui está ela:
Eu não consigo pensar com fome e só depois de comer é que consigo pensar que devia estar de dieta...enfim...e hoje ainda é segunda! Boa semana para todos!

A segunda-feira é aquele dia em que...não sei como dizer...parece que custa mais! Depois de um fim de semana a passear por locais bonitos como Aveiro, Figueira da Foz e Buçaco...acordar cedo para começar a semana é sempre complicado...principalmente a deitar tarde e a acordar cedo...no entanto, por vezes temos que estabelecer prioridades entre o descanso e o aproveitar a vida e eu, este fim de semana, optei pela segunda opção.
Boa semana para todos!
Boa semana para todos!
13 abril 2008
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A vida (pelas leis do Garfield) - Parte 6
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