13 setembro 2009 2 poesias

Já pensaste no planeta hoje?

Estando ligado a uma empresa dedicada a vários aspectos relacionados com o ambiente (GreenDays), penso diariamente em temas como a reciclagem, o ambiente, as energias alternativas e tudo que está temática está relacionado. Não só por essa razão, nem porque me quero tornar um bom samaritano ambientalista, mas sim porque é importante passar a mensagem de vez em quando, ficam aqui alguns links úteis de páginas dedicadas a estas questões que podem ser úteis para aprender um pouco mais dum assunto que diz respeito a todos.

Bem hajam!













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Cá este gajo outra vez...

Já lá vai um mês desde o último post e, infelizmente para aqueles que já deitavam foguetes pelo final deste blog, os posts sem sentido e sem piada estão de volta. Depois destas férias de blog (que para mim férias nem vê-las), é tempo de voltar à carga com mais um monte de posts estúpidos e coisas afins. Porque como diz Albert Camus, "a estupidez insiste sempre" e cá estou eu para isso...(independentemente de ter ou não ter leitores)...

Bom domingo!


imagem daqui


04 agosto 2009 1 poesias

Tenho uma pergunta a fazer

àqueles que ainda aparecem por este espaço...

sem férias, como faço para aproveitar o verão? sugestões para os fins de semana aceitam-se...
(de preferência pouco dispendiosas)

Fico a aguardar respostas...


26 julho 2009 2 poesias

Hoje é dia de ser feliz

Hoje seria bom fazer algo fora do comum.

Podemos, por exemplo, dançar na rua enquanto caminhamos para o trabalho. Olhar nos olhos de um desconhecido e falar de amor à primeira vista. Dar ao chefe uma ideia que pode parecer ridícula, mas em que acreditamos. Comprar um instrumento que sempre quisemos tocar, e nunca nos arriscamos. Os guerreiros da luz se permitem tais dias.

Hoje podemos chorar algumas mágoas antigas que ainda estão presas na garganta. Telefonaremos para alguém com quem juramos nunca mais falar (mas de quem adoraríamos escutar um recado em nossa secretária electrónica). Hoje pode ser considerado um dia fora do roteiro que escrevemos todas as manhãs.

Hoje qualquer falha será admitida e perdoada.

Hoje é dia de se ter alegria na vida.

Paulo Coelho

12 julho 2009 0 poesias

Algumas definições a reter

Flor
Ser frágil que cresce quando menos se espera

Morte
Para alguns o fim; para outros o princípio – o poeta abstém-se, pois não se lembra de já ter morrido

Mulher
?

Pão
Massa de farinha água e sal cozida ao forno e que além de várias formas recebe nomes diversos – às vezes quando falta provoca revoluções

Pedra
Obstáculo – se no meio do caminho
Arma – para abrir caminhos

Poesia
Ofício doloroso que consite em semear mentiras em desertos para que delas cresçam as verdades mais puras

Vida
Aventuratragédiasonhopesadelo: casco de navios tantas vezes podre a que se agarra o náufrago

do mesmo autor/livro do post anterior

08 julho 2009 0 poesias

Estou vivo

O oceano emociona-me,
assim como as rimas pobres:
amor e flor,
coração e paixão,
por exemplo.
Odeio injustiças, mas cometo-as
fingindo desconhecimento.
Eis a minha única certeza:
tarde ou cedo,
serei triturado pelo velho moinho da morte,
cujas velas reinas, obscenas,
sobre todo o azar
ou sorte.
Mas estou vivo
e estou no mundo.
Ignorante e sábio,
doce e agressivo,
cobarde e capaz
de descobrir a coragem
no fundo do medo,
ingénuo e cínico,
em incessante aprendizagem:
eu, a medida de todas as coisas.

in "Auto-Retrato" de João Melo


imagem daqui


01 julho 2009 1 poesias

Francesinhas

Um verdadeiro vício...
Alinhar à esquerda


Só de pensar, já abre o apetite...

Mas não te preocupes que tu consegues ser mais viciante...

26 junho 2009 3 poesias

Memórias

Tenho saudades, não posso dizer que não, daqueles dias de caloiro em que ainda torcia o nariz em dias de praxe, mas que, no fundo, acabava por gostar; do grande aluvião onde cantava até não conseguir mais; do meu baptismo e dos baptismos dos “meus” caloiros, onde me sentia parte de uma irmandade privilegiada; daqueles primeiros jantares em que não bebia até aos jantares que só não bebia o que não podia; daqueles projectos onde tudo corria mal nas piores alturas possíveis, daquelas semanas do enterro que pareciam a loucura total...

Faz-se falta...os desfiles do enterro em que eu cantava com toda a garra todas as músicas desse curso que é nosso; daqueles jantares lá em casa cheios de animação; daquelas saídas à noite para a praça para beber aqueles shots do KGV, daquelas publicidades e curtas feitas às três pancadas...

Ficaram na memória aquelas idas ao Ramona à noite, só porque dá vontade; os cafés descontraídos no Tuareg; as idas à Barra para ver o pôr do sol ou simplesmente para pensar na vida; o traje!; daquele Beira-Mar vs Benfica; do cachecol do Cucujães e da bandeira do South Park (que toda a gente criticava); daquelas noites a ver filmes; da Feira de Março; das refeições da cantina; do campus em geral e do DECA em particular...do meu apartamento com tantas histórias para contar...

Enfim...guardo no coração Aveiro e todos aqueles que contribuíram para que tudo fosse especial!


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É como Tomé...

...ver para crer! Só me acredito quando vir o rapaz a jogar com a camisola do Benfica...


11 junho 2009 0 poesias

As compras

Paco Underhill, autor de livros como A Geografia das Compras ou A Ciência das Compras deu uma entrevista à revista Sábado para falar nesse preciso tema: as compras.

Somos uma sociedade consumista, mas na maioria das vezes não pensamos nas questões que envolvem o acto da compra: como comprar? Onde comprar? Porque comprar? Será que preciso mesmo ou faço só por diversão? Mas este antropólogo esclarece também outras questões: o que detestamos mais numa loja? Detestamos que a troca do dinheiro pelo produto seja descuidada; a sujidade das lojas; as falhas de stock (quando encontramos uma roupa que queremos e não há o nosso número); lojas grandes (em que uma pessoa quase que se perde) e falta de empregados ou empregados mal educados.

O consumidor também dá grande importância ao toque, como por exemplo, o facto de algumas pessoas gostarem de sentir e cheirar os livros. O autor acrescenta um facto interessante: “se imaginasse o número de mãos que passaram pelo último batom que comprou, seria o suficiente para o querer desinfecta-lo com lixívia”.

No que respeita à diferença entre o homem e a mulher no acto da compra, o autor diz-nos que: “os homens compram caçadores: querem encontrar o alvo e sair porta fora o mais rápido possível. Mas as mulheres podem ir ao centro comercial e passar uma tarde óptima, sem comprar nada, porque as mulheres têm o prazer só no acto de olhar”.

O autor destaca ainda um ponto extremamente importante: locais para os maridos/namorados esperarem. Podiam ser criados de três tipos: um de longa duração (cerca de 25 minutos), um local sossegado para eles lerem o jornal ou falarem ao telemóvel; um de média duração (cerca de 10 minutos), à porta das lojas de senhora, onde os homens não querem entrar ou se sentem desconfortáveis (como as lojas de lingerie) e um de curta duração, dentro das lojas, à porta dos provadores.

E para finalizar, deixo aqui apenas uma frase: “as mulheres querem a opinião da amiga, da irmã, da filha. Dos maridos, não querem a opinião, querem é a aprovação. ‘Gostas? OK, passa para cá o cartão’”.

Boas compras de feriados!




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