Quando a televisão representa um elemento cada vez mais preponderante na educação da criançada, é importante recordar aquelas que foram as séries da nossa infância, aquelas que passávamos horas a ver. Recordo-me, por exemplo, de 5 séries:
1. Dragon Ball
Na minha geração o Dragon Ball era quase uma religião. Não havia ninguém que perdesse um episódio (ainda que o episódio fosse todo sobre uma luta que nunca mais acabava). Era o delírio da pequenada e o tema de conversa de todos os dias. Qual Noddy, qual quê...isto é que era os desenhos animados sensação! Hoje em dia pode ser visto na SIC Radical.
2. Captain Tsubasa
Estes desenhos animados vi quando ainda era mais novo. Mais uma vez desenhados animados japoneses. Por vezes demorava um episódio inteiro a equipa a atravessar meio campo (tipo os jogos do Sporting) e havia truques para todos os gostos...tais como subir pelos postes e coisas assim. Pode ser visto hoje em dia no Canal Panda.
3. Esquadrao Classe A / Soldados da Fortuna
Desde o Hannibal sempre a fumar o seu charuto e com os seus disfarces criativos até ao B.A. que não queria viajar de avião, todos os episódios tinham a sua quota de acção, aventura e comédia. Era a típica série dos anos 80.
4. Knight Rider (O Justiceiro - Mais conhecido por K.I.T.T.)
Todos conhecem esta série, se mais não for por expressões como "K.I.T.T. me venha buscar", que é a versão abrasileira do David Hasselhoff.
5. MacGyver
Pegando naquilo que a Wikipédia diz "O recurso principal de MacGyver é sua aplicação prática do conhecimento científico e do uso de ítens comuns - junto com seu canivete suíço, sua fita adesiva e a coincidência de estar trancado em um quarto com materiais úteis. Isto permite que crie uma variedade de soluções improvisadas, para escapar da captura, do desastre ou para geralmente derrotar os inimigos. O uso de artigos para construir dispositivos júri-equipados mostra uma influência do Esquadrão Classe A (embora MacGyver não usasse arma de fogo) e incorporou a cultura popular dos EUA como "MacGyverismo"." Inda hoje a pergunta corre sem resposta: que faria MacGyver quando o papel higiénico acabasse?
Estando ligado a uma empresa dedicada a vários aspectos relacionados com o ambiente (GreenDays), penso diariamente em temas como a reciclagem, o ambiente, as energias alternativas e tudo que está temática está relacionado. Não só por essa razão, nem porque me quero tornar um bom samaritano ambientalista, mas sim porque é importante passar a mensagem de vez em quando, ficam aqui alguns links úteis de páginas dedicadas a estas questões que podem ser úteis para aprender um pouco mais dum assunto que diz respeito a todos.
Bem hajam!
Já lá vai um mês desde o último post e, infelizmente para aqueles que já deitavam foguetes pelo final deste blog, os posts sem sentido e sem piada estão de volta. Depois destas férias de blog (que para mim férias nem vê-las), é tempo de voltar à carga com mais um monte de posts estúpidos e coisas afins. Porque como diz Albert Camus, "a estupidez insiste sempre" e cá estou eu para isso...(independentemente de ter ou não ter leitores)...
Hoje seria bom fazer algo fora do comum.
Podemos, por exemplo, dançar na rua enquanto caminhamos para o trabalho. Olhar nos olhos de um desconhecido e falar de amor à primeira vista. Dar ao chefe uma ideia que pode parecer ridícula, mas em que acreditamos. Comprar um instrumento que sempre quisemos tocar, e nunca nos arriscamos. Os guerreiros da luz se permitem tais dias.
Hoje podemos chorar algumas mágoas antigas que ainda estão presas na garganta. Telefonaremos para alguém com quem juramos nunca mais falar (mas de quem adoraríamos escutar um recado em nossa secretária electrónica). Hoje pode ser considerado um dia fora do roteiro que escrevemos todas as manhãs.
Hoje qualquer falha será admitida e perdoada.
Hoje é dia de se ter alegria na vida.
Flor
Ser frágil que cresce quando menos se espera
Morte
Para alguns o fim; para outros o princípio – o poeta abstém-se, pois não se lembra de já ter morrido
Mulher
?
Pão
Massa de farinha água e sal cozida ao forno e que além de várias formas recebe nomes diversos – às vezes quando falta provoca revoluções
Pedra
Obstáculo – se no meio do caminho
Arma – para abrir caminhos
Poesia
Ofício doloroso que consite em semear mentiras em desertos para que delas cresçam as verdades mais puras
Vida
Aventuratragédiasonhopesadelo: casco de navios tantas vezes podre a que se agarra o náufrago
Ser frágil que cresce quando menos se espera
Morte
Para alguns o fim; para outros o princípio – o poeta abstém-se, pois não se lembra de já ter morrido
Mulher
?
Pão
Massa de farinha água e sal cozida ao forno e que além de várias formas recebe nomes diversos – às vezes quando falta provoca revoluções
Pedra
Obstáculo – se no meio do caminho
Arma – para abrir caminhos
Poesia
Ofício doloroso que consite em semear mentiras em desertos para que delas cresçam as verdades mais puras
Vida
Aventuratragédiasonhopesadelo: casco de navios tantas vezes podre a que se agarra o náufrago
do mesmo autor/livro do post anterior
O oceano emociona-me,
assim como as rimas pobres:
amor e flor,
coração e paixão,
por exemplo.
Odeio injustiças, mas cometo-as
fingindo desconhecimento.
Eis a minha única certeza:
tarde ou cedo,
serei triturado pelo velho moinho da morte,
cujas velas reinas, obscenas,
sobre todo o azar
ou sorte.
Mas estou vivo
e estou no mundo.
Ignorante e sábio,
doce e agressivo,
cobarde e capaz
de descobrir a coragem
no fundo do medo,
ingénuo e cínico,
em incessante aprendizagem:
eu, a medida de todas as coisas.
assim como as rimas pobres:
amor e flor,
coração e paixão,
por exemplo.
Odeio injustiças, mas cometo-as
fingindo desconhecimento.
Eis a minha única certeza:
tarde ou cedo,
serei triturado pelo velho moinho da morte,
cujas velas reinas, obscenas,
sobre todo o azar
ou sorte.
Mas estou vivo
e estou no mundo.
Ignorante e sábio,
doce e agressivo,
cobarde e capaz
de descobrir a coragem
no fundo do medo,
ingénuo e cínico,
em incessante aprendizagem:
eu, a medida de todas as coisas.
Tenho saudades, não posso dizer que não, daqueles dias de caloiro em que ainda torcia o nariz em dias de praxe, mas que, no fundo, acabava por gostar; do grande aluvião onde cantava até não conseguir mais; do meu baptismo e dos baptismos dos “meus” caloiros, onde me sentia parte de uma irmandade privilegiada; daqueles primeiros jantares em que não bebia até aos jantares que só não bebia o que não podia; daqueles projectos onde tudo corria mal nas piores alturas possíveis, daquelas semanas do enterro que pareciam a loucura total...
Faz-se falta...os desfiles do enterro em que eu cantava com toda a garra todas as músicas desse curso que é nosso; daqueles jantares lá em casa cheios de animação; daquelas saídas à noite para a praça para beber aqueles shots do KGV, daquelas publicidades e curtas feitas às três pancadas...
Ficaram na memória aquelas idas ao Ramona à noite, só porque dá vontade; os cafés descontraídos no Tuareg; as idas à Barra para ver o pôr do sol ou simplesmente para pensar na vida; o traje!; daquele Beira-Mar vs Benfica; do cachecol do Cucujães e da bandeira do South Park (que toda a gente criticava); daquelas noites a ver filmes; da Feira de Março; das refeições da cantina; do campus em geral e do DECA em particular...do meu apartamento com tantas histórias para contar...
Enfim...guardo no coração Aveiro e todos aqueles que contribuíram para que tudo fosse especial!
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