A todos Boas Festas...em especial àqueles que ainda acredito que a existência deste blog vale a pena...Um NATAL fantástico para todos!
19 dezembro 2010
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poesias
Um grão de areia...
"Sou um grão de areia no olho do furacão
em meio a milhões de grãos
cada um na sua busca, cada bússola num coração
cada um lê de uma forma o mesmo ponto de interrogação
nem sempre se pode ter fé
quando o chão desaparece debaixo do seu pé
acreditando na chance de ser feliz
eterna cicatriz
eterno aprendiz das escolhas que fiz
sem amor, eu nada seria
ainda que eu falasse a língua de todas as etnias
de todas as falanges, e facções
ainda que eu gritasse o grito de todas as Legiões
palavras repetidas
mas quais são as palavras que eu mais quero repetir na vida?
Felicidade, Paz, fé...
Felicidade, Paz, Sorte
nem sempre se pode ter Fé, mas nem sempre
a fraqueza que se sente quer dizer que a gente não é forte"
em meio a milhões de grãos
cada um na sua busca, cada bússola num coração
cada um lê de uma forma o mesmo ponto de interrogação
nem sempre se pode ter fé
quando o chão desaparece debaixo do seu pé
acreditando na chance de ser feliz
eterna cicatriz
eterno aprendiz das escolhas que fiz
sem amor, eu nada seria
ainda que eu falasse a língua de todas as etnias
de todas as falanges, e facções
ainda que eu gritasse o grito de todas as Legiões
palavras repetidas
mas quais são as palavras que eu mais quero repetir na vida?
Felicidade, Paz, fé...
Felicidade, Paz, Sorte
nem sempre se pode ter Fé, mas nem sempre
a fraqueza que se sente quer dizer que a gente não é forte"
Gabriel o Pensador
Eu sei que ando um pouco ausente daqui, mas nos próximos tempos vou tentar compensar o tempo perdido...ás vezes sente-se a tal fraqueza...mental, criativa, física...mas é preciso levantar a cada dia de cabeça erguida e ir buscar forças onde pensamos que elas não existem.
Há que dar valor aos pequenos pormenores da vida, pois são eles que nos mantêm na luta quando só dá vontade de desistir e deixar tudo para trás...
Toda a gente sabe quanto a vida de trolha é arriscada...trabalhar em grandes alturas, andar em cima de andaimes que não inspiram muita confiança, enfim, um conjunto de condições laborais que davam muito que falar no que Higiene e Segurança no Trabalho diz respeito...
Por estas razões, o trolha é uma pessoa preocupada com uma eventual queda e, por isso mesmo, vai-se preparando mentalmente para essa possibilidade...
Venha de lá esse fim de semana...
05 dezembro 2010
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poesias
Como seria o mundo sem o Google?
É uma eterna pergunta que nos vem à ideia algumas vezes. A resposta é simples: era mais triste e muito complicada.
Lembro-me perfeitamente de quando tinha que fazer trabalhos e ainda não havia Internet (ou melhor que isso, ainda não havia computadores):
- os trabalhos todos escritos à mão e quando havia um erro não havia Ctrl-Z e lá se tinha que pôr corrector ou, muitas das vezes, passar tudo outra vez;
- na bibliografia não constava Wikipedia ou Google - era uma enciclopédia ou simplesmente o primeiro livro que vimos na biblioteca a falar sobre o assunto;
- imagens? era fotocópias desses livros recortadas e coladas no trabalho (o que por vezes ficava grande cagada, diga-se);
- não havia corrector ortográfico para corrigir os erros que se escreviam nos trabalhos;
- se fosse preciso falar com alguém, não havia mails, nem contactos disponíveis online - tinha-se que ir ao local ou, na melhor das hipóteses, ir às páginas amarelas arranjar o telefone;
- fotografias? era tirar uns dias antes, ir ao fotógrafo leva-las e rezar que estivessem bem tiradas.
Enfim, hoje em dia os trabalhos fazem-se com um pouco de imaginação e de copy-paste, enquanto antes até o copy-paste era difícil...
[daqui]
04 dezembro 2010
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poesias
A vida (pelas leis do Garfield) - Parte 17
Com este calor esquisito frio que tem estado, só dá vontade de ficar de baixo dos lençóis que estão tão quentinhos. Não é preguiça...naa! Não tem nada a ver com isso, é mais porque o frio congela os movimentos e não dá vontade de fazer nada...
Quando se juntam os desenhos animados a fotografias consegue-se algo de grande qualidade, como isto:
[mais aqui]
A fotografia é um dos grandes elementos de comunicação dos nossos tempos. Toda a gente sabe o quanto vale uma imagem e certas imagens são intemporais e podem mesmo mudar o mundo e a opinião pública. Aqui ficam cinco exemplos:
“Guerrilheiro Heróico” de Korda
É, sem dúvida, a imagem mais reproduzida de toda a história e expressa um símbolo universal de rebeldia, em todas as suas interpretações. A foto do famoso guerrilheiro argentino, Ernesto “Che” Guevara, com um olhar distante, de cabelos longos debaixo de uma boina com uma estrela, é da autoria de Alberto Diaz, mais conhecido por Korda (que não recebeu nem um tostão pela foto). A imagem, intitulada de “Guerrilheiro Heróico” foi obtida em 1960, durante a cerimónia fúnebre pelos guerrilheiros cubanos que perderam a vida na Revolução.
“The Falling Man” de Richard Drew
Já foi em 2001, mas certamente há algumas imagens da queda das torres gémeas em Nova Iorque que ainda estão vivas na memória de muitas pessoas. Para além dos ataques dos aviões às torres, há também uma imagem que marcou esse dia: o desespero das pessoas que se atiravam dos arranha-céus para não morrerem carbonizadas. Mas esta foi, uma imagem que foi muito censurada para dar lugar aos “actos heróicos” dos americanos.
“O Rebelde desconhecido” de Jeff Widener
A imagem, também intitulada de “O homem do tanque”, mostra um homem que, a 5 de Junho de 1989, avançou para a frente dos tanques do exército popular chinês e não se desviou, obrigando-os a parar. O mundo assistia pela televisão, em suspenso. O homem carregava dois modestos sacos de plástico; vestia umas calças pretas e uma camisa branca, anónimas. O tanque que liderava a coluna desviou-se; o homem desviou-se também. O tanque voltou a desviar-se, o homem acompanhou. Depois, subiu à máquina de guerra, trocou algumas palavras com o militar que a ocupava, desceu, e rapidamente desapareceu entre a multidão, puxado por alguns homens, possivelmente das forças de segurança.
A imagem, também intitulada de “O homem do tanque”, mostra um homem que, a 5 de Junho de 1989, avançou para a frente dos tanques do exército popular chinês e não se desviou, obrigando-os a parar. O mundo assistia pela televisão, em suspenso. O homem carregava dois modestos sacos de plástico; vestia umas calças pretas e uma camisa branca, anónimas. O tanque que liderava a coluna desviou-se; o homem desviou-se também. O tanque voltou a desviar-se, o homem acompanhou. Depois, subiu à máquina de guerra, trocou algumas palavras com o militar que a ocupava, desceu, e rapidamente desapareceu entre a multidão, puxado por alguns homens, possivelmente das forças de segurança.
“O beijo em Times Square” de Victor Jorgensen
A 14 de Agosto de 1945, um soldado da marinha norte-americana beija apaixonadamente uma enfermeira. Até aqui nada demais, o mais peculiar desta foto é o facto de os dois personagens serem perfeitos estranhos, acabados de se encontrar. A fotografia passou em a ser uma grande analogia à excitação e paixão que significa voltar a casa, depois de passar um longo período fora, assim como a alegria do término de uma grande guerra.
“A menina afegã” de Steve McCurry
Esta menina afegã, fotografada em Junho de 1984, tornou-se numa das capas mais famosas da revista “National Geographic” e do mundo. É impossível ficar indiferente a este rosto de olhos verdes tão expressivo. Naquele ano, a menina tinha 9 anos e ninguém sabia o seu nome, nome este que só foi conhecido em 2002, depois de 17 anos de busca: Sharbat Gula.
[adaptado daqui]
Boa semana para todos!
"Eu não sou como muita gente: entusiasmada até à loucura no princípio das afeições e depois, passado um mês, completamente desinteressada delas. Eu sou ao contrário: o tempo passa e a afeição vai crescendo, morrendo apenas quando a ingratidão e a maldade a fizerem morrer"
Florbela Espanca
Bom fim de semana...
"O actor Michael Brea, que participou na série «Betty Feia» e no filme «Step Up 3 D», foi detido pela polícia de Nova Iorque após ter assassinado a sua mãe com uma espada de samurai.
Segundo o relatório policial, Michael, de 31 anos, «prendeu a sua mãe e depos matou-a com uma espada de samurai enquanto proferia passagens da Biblía».
Alertados pelos vizinhos, que ouviram gritos no apartamento da mãe do actor, Yannick Brea, de 55 anos, os agentes de autoridade entraram no apartamento, tendo imobilizado Michael com um Taser.
O corpo de Yannick foi encontrado decapitado e com várias perfurações. O actor foi escoltado pela polícia a uma instituição psiquiátrica para ser examinado."
Segundo o relatório policial, Michael, de 31 anos, «prendeu a sua mãe e depos matou-a com uma espada de samurai enquanto proferia passagens da Biblía».
Alertados pelos vizinhos, que ouviram gritos no apartamento da mãe do actor, Yannick Brea, de 55 anos, os agentes de autoridade entraram no apartamento, tendo imobilizado Michael com um Taser.
O corpo de Yannick foi encontrado decapitado e com várias perfurações. O actor foi escoltado pela polícia a uma instituição psiquiátrica para ser examinado."
O facto de matar a mãe já não me estranha....agora com uma espada de samurai! Essa é nova para mim... enfim...se calhar andava a ler o Apocálipse!
"Os homens sentem uma grande atracção pela esperança e pelo receio, e uma religião sem inferno nem paraíso não poderia agradar-lhes de modo algum"
Baron de Montesquieu
A religião é um tema que desperta sempre grande controvérsia e em que cada um tem o seu modo de ver as coisas. Respeito todas as perspectivas, independentemente de concordar ou não com elas, porque é daqueles temas sobre o qual o não existem verdades exactas.
Ao ler esta frase, senti que alguém entende a minha perspectiva em relação à existência de um paraíso e de um inferno: são fruto de esperanças e receios do homem. Desde novos somos ensinados de que se nos comportarmos mal vamos para o inferno e que se formos bonzinhos temo um lugar garantido no paraíso. Isto, depois de passar pelo tal de juízo final. Mas isso da bondade e da maldade é tão relativo...
Não concordo com esta maneira de ver as coisas, porque a ideia de haver uma espécie de julgamento que decide a tal vida depois da morte para as pessoas, escasseia um pouco de sentido (entre tantas outras coisas inerentes à religião). Não viemos todos parar ao mundo da mesma maneira? Então porquê complicar depois?
Enquanto isso, sei que, por defeito, tenho um lugar garantido no inferno...
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