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31 agosto 2011
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Locais a visitar antes de morrer: Nova Iorque
Nova Iorque, a cidade multicultural do mundo, é uma experiência inesgotável. Oferece inúmeras possibilidades diferentes, incontáveis atracções de relevo e um sem-fim de segredos mais ou menos públicos, de Brooklin a Manhattan, de Queens ao Bronx e a Staten Island. A Estátua da Liberdade, Times Square, a Broadway, Wall Street, Chinatown, a Ponte de Brooklin, Central Park, o Metropolitan Museum, o Museu de Arte Moderna, o Museu Guggenheim, a Quinta Avenida, Little Italy, para além de milhares de restaurantes, bares, galerias de arte e salas de espectáculo: em Nova Iorque a regar é caminhar sem fim e compor um mapa pessoal da “cidade que nunca dorme”.
Se for a Nova Iorque, não se esqueça de…subir ao topo do Empire State Building, o edifício mais alto da urbe, e deslumbrar-se com a vista de 360 graus sobre a cidade a mais de 300 metros de altura.
Confesso que não sou muito apreciador dos Estados Unidos, devido à mentalidade desse povo, no entanto, penso que seria interessante visitar a "cidade que nunca dorme" e ver todo o esplendor de uma cidade que junta tantas culturas diferentes.
“Ever tried. Ever failed. No matter. Try again. Fail again. Fail better.”
Samuel Beckett
Por vezes deparamo-nos com certas barreiras durante o caminho rumo aos nosso sonhos, barreiras essas que nos vão tirando a força, que nos vão gastando o depósito da motivação, que simplesmente nos colocam à prova para verificar qual a resistência não só do corpo, mas essencialmente da alma.
Essas ditas barreiras são difíceis de ultrapassar, dão-nos vontade de deixar tudo para trás e simplesmente baixar os braços. Mas é quando olhamos para o caminho que já percorremos que nos deparamos com a ideia que o melhor é continuar em frente e vamos aguentando com o tal depósito que ainda resta, mesmo que este já esteja na reserva.
Não é fácil, isso posso confirmar, aguentar o desprezo, a negação, a falta de oportunidade, a falta de valorização. Mas há que deixar esses aspectos para trás e ter em mentes o lado positivo da questão – a experiência, a aprendizagem constante, a vontade de vencer, o querer, o orgulho por lutar por algo que se quer.
Os erros fazem parte da vida e o melhor que temos a fazer é simplesmente aprender com eles, porque somos eternos imperfeitos que procuram uma imperfeição cada vez menos evidente. Só não erra quem nada faz, não é? O importante é não nos deixarmos abalar por eles, manter a auto-estima em malta e ter a noção do valor que se tem, porque nesta vida há muito mais pessoas a desvalorizarem-nos do que a dar valor.
Tudo isto soa a vago, mas penso que todos, ao lerem, vão-se lembrar do momento, dum problema, duma dificuldade que passaram ou estão a passar, seja ela nos relacionamentos, no trabalho, nos estudos ou noutra área qualquer. Ou estou errado?
(sim, é mais uma das daqueles mensagem clichés motivacionais, mas todos nós, de vez em quando, precisamos desses clichés que nos dão vontade de continuar).
Mantendo a ideia dos Smart's serem automóveis com baixo impacto no meio ambiente, a BBDO criou cartazes de baixo impacto. Outdoors minimizados que celebram a beleza de ser pequeno.
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[encontrado aqui]
26 agosto 2011
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poesias
A vida (pelas leis do Garfield) - Parte 22
Longe vão os tempos em que a única forma mais comum de comunicação e socialização era a mais natural: o contacto pessoal, o "mano-a-mano", o frente a frente, o parlapié na sua forma mais genuína.
Hoje em dia, já depois da geração que conheceu o desenvolvimento dos telemóveis (a minha), em que, em plena adolescência, nos entretínhamos a mandar os "toques" que pareciam querer passar uma mensagem que não era possível enviar devido à falta de saldo, surge a geração da Internet, dos chats, dos MSN's, das redes sociais e tudo que esse monstro divino que é a internet permite...
Com a Internet veio o aumento das mentiras, o aumento das duplas personalidades, pois, no tal do mundo virtual podemos ser quem quisermos, escondidos atrás de um teclado, de um monitor e de uma rede sem detector de mentiras. Eu, por exemplo, "escondo-me" através de um nickname, uma das características da Internet para ocultar a identidade.
A verdade é que usamos isso a nosso favor, como não podia deixar de ser, e podemos ser quem queremos, havendo pessoas que se transformam totalmente quando estão na Internet e que, muitas das vezes, revelam o melhor (ou pior) de si. No meu caso, eu sou basicamente parvo na Internet e na vida real e, quem me conhece, sabe bem disso.
Todos nós temos defeitos, mas também temos qualidades e não há mal nenhum se dermos destaque a estas, no entanto, não tentes ser o que não és. Isto soa sempre a cliché, mas a verdade é que é sempre mais fácil sermos nós próprios (na vida real ou na Internet), porque poupa o trabalho de alimentar uma mentira.
Com a Internet veio o aumento das mentiras, o aumento das duplas personalidades, pois, no tal do mundo virtual podemos ser quem quisermos, escondidos atrás de um teclado, de um monitor e de uma rede sem detector de mentiras. Eu, por exemplo, "escondo-me" através de um nickname, uma das características da Internet para ocultar a identidade.
A verdade é que usamos isso a nosso favor, como não podia deixar de ser, e podemos ser quem queremos, havendo pessoas que se transformam totalmente quando estão na Internet e que, muitas das vezes, revelam o melhor (ou pior) de si. No meu caso, eu sou basicamente parvo na Internet e na vida real e, quem me conhece, sabe bem disso.
Todos nós temos defeitos, mas também temos qualidades e não há mal nenhum se dermos destaque a estas, no entanto, não tentes ser o que não és. Isto soa sempre a cliché, mas a verdade é que é sempre mais fácil sermos nós próprios (na vida real ou na Internet), porque poupa o trabalho de alimentar uma mentira.
You know what? Fuck beauty contests. Life is one fucking beauty contest after another. School, then college, then work... Fuck that. And fuck the Air Force Academy. If I want to fly, I'll find a way to fly. You do what you love, and fuck the rest.
Little Miss Sunshine (Uma Família à Beira de um Ataque de Nervos)
Sem mais nada a acrescer...Até já!
Vulgarmente fazemos das drogas, do álcool e dos outros vícios que tais os bodes expiatórios desta sociedade decadente, quando, na verdade, todos nós sabemos que o problema é bem mais complexo do que isso.
Não é a droga nem mesmo o álcool que criam os problemas. Muitas das vezes eles servem apenas como fuga a estes. Havemos de culpar quem se quer refugiar numa escapatória tão simples e acessível (que não resolve os problemas, mas os faz esquecer) dos problemas do dia-a-dia misturados com as constantes más notícias que somos bombardeados nas notícias? O problema vem, na maior parte das vezes, de cima: do governo, dos magnatas, das pessoas em geral que são obcecadas por dinheiro e poder.
Sabemos que a corrupção é um prato forte da nossa sociedade. Quem se safa neste mundo de mentirosos? Nem mais, quem passa aquele por de baixo do pano, quem desvia um dinheiro para umas férias à grande, quem usa o dinheiro público para bens pessoais, enquanto o pobre “aperta o cinto”.
Estamos rodeados de gananciosos, de pessoas que fazem de tudo para tentar “subir na vida”; pessoas que deixam de lado qualquer espírito de camaradagem e entre-ajuda para verem uma conta mais choruda no fim do mês; pessoas que vão lamber os (cala-te boca!) aos patrões para se tornarem queridos; pessoas que quanto menos fazem, mais são recompensadas. E depois como ficam as pessoas que tentam levar as pessoas que se querem guiar pelos bons princípios? Pois, rumam aos teus refúgios…que, no fundo, são fontes de mais problemas .
Não é fácil ser fiel ao karma…mas teremos sempre o Verão (por muito tímido que seja) e as nossas praias tão belas.
Sabem quando vos perguntam a vossa a profissão e, depois, ficaram com caras de parvos sem saber o que é e o que faz? A mim está sempre a acontecer-me. Se dissesse que era médico, advogado ou empregado de caixa toda a gente sabia, mas dizer Técnico de Comunicação e Imagem, não é propriamente algo que as pessoas saibam o que é ou que faz.
Por isso, quando me perguntam a profissão tenho, inevitavelmente, de me explicar e de dizer o que faço. Mas é que é assim...até mesmo para mim é difícil descrever o que faço, porque, quem está fora de um determinado contexto, tem dificuldades em entender. Mas lá tento explicar-me e digo que sou uma espécie de designer, apesar de, na Universidade, o meu curso (Novas Tecnologias da Comunicação) sempre ter uma certa dose de rivalidade com esse (Design, diga-se).
E digo que sou uma espécie de designer, porque sou mais do que isso. Chego ao ponto de ser técnico de SIG (Sistema de Informação Geográfica) e cuspir Google Earth e mapas pelos olhos. Sou também, muitas das vezes, help-desk - quando tenho que prestar apoio informático. Sim, porque como sou um gajo da informática, tenho que perceber de tudo de hardware e software (e diga-se já que eu e o Word não somos grandes amigos).
Ser moço de recados, marketeer (por vezes, com a vertente de mentiroso por causas formais), fotográfo, gestor de conteúdos, entre outras coisas que tais faz parte das funções também.
Agora se sei explicar o que faço da vida? Não, não sei, porque ainda não percebo o suficiente o que sou para vos poder explicar. No fundo, sou é um eterno aprendiz (é essa a minha profissão).
01 agosto 2011
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Locais a visitar antes de morrer: Roma
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| Coliseu de Roma |
Roma, capital de Itália, é conhecida no mundo inteiro como a "cidade eterna". O seu centro histórico abrange sete colinas: Palatino, Aventino, Campidoglio, Quirinale, Viminale, Esquilino e Celio, ao longo das quais há inúmeras atracções turísticas, como o Fórum Romano e o Fórum Imperial, o Coliseu, a Praça e a Basílica de São Pedro, o Castelo de Santo Ângelo, o Arco do Triunfo de Constantino, o Palácio Quirinal,a Fonte de Trevi, o Panteão, o Circo Massimo, a Praça Navona, o Campo das Flores ou a Praça de Espanha. Roma não é apenas uma cidade incontornável do mundo católico - pois aí se encontra o Vaticano -, como também um dos principais destinos cosmopolitas da Europa, devido à sua oferta cultural, à gastronomia e ao clima.
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| Trastevere |
Se for a Roma, não se esqueça de...passear pelo Trastevere, bairro boémio frequentado por artistas, estudantes e intelectuais, atraídos por inúmeros bares, restaurantes, galerias de arte e teatros. No Trastevere é possível, como em nenhuma outra zona de Roma, apreciar a vida quotidiana dos italianos e "ser romano".
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