Este é o meu recado de domingo...
Premissa deste post: não sou pai nem tenho experiência paternal, o que me deixa sem moral para falar sobre determinados assuntos relacionados com a educação dos filhos. No entanto, vou comentar na mesma uma situação que me mete muita confusão...e de certeza que não é só a mim.
Como estava a dizer, há uma situação em particular que me mete uma certa confusão: ver pais a levar filhos (em vários casos já com tendência para a obesidade) ao MacDonalds e, na maior parte das vezes, não o fazem esporadicamente, mas de forma constante. Pior do que isso são as situações em que isso funciona como "prémio" para os mais novos. Querem dar-lhe um prémio? Vão passear com eles, dêem-lhe mais atenção, joguem com ele, levem-no a fazer uma actividade física, mas levar ao MacDonalds quando ele já está a engordar demasiado não é propriamente um prémio para a saúde dele a médio/longo prazo...
Se bem que vê-se muitas vezes o contrário...são os pais que se querem enfardar de hamburguers e arrastam os filhos consigo...
É, como disse de início, não tenho moral para falar sobre isso, mas... a obesidade não está só no programa Peso Pesado...
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| Little Miss Sunshine (2006) |
Olive: Avô?
Edwin: Que foi meu amor?
Olive: (…) Eu não quero ser uma perdedora…
Edwin: Mas tu não és uma perdedora!
Olive: … Por que… O papá odeia perdedores!
Edwin: Tu não és uma perdedora! Sabes por quê? Tu sabes o que é um perdedor? Um perdedor é aquele que tem tanto medo de perder, que nem tenta. Mas tu estás a tentar, não estás?
Olive: Estou.
Edwin: Então você não és uma perdedora. És uma vencedora, apenas por tentares!
Edwin: Que foi meu amor?
Olive: (…) Eu não quero ser uma perdedora…
Edwin: Mas tu não és uma perdedora!
Olive: … Por que… O papá odeia perdedores!
Edwin: Tu não és uma perdedora! Sabes por quê? Tu sabes o que é um perdedor? Um perdedor é aquele que tem tanto medo de perder, que nem tenta. Mas tu estás a tentar, não estás?
Olive: Estou.
Edwin: Então você não és uma perdedora. És uma vencedora, apenas por tentares!
Tentar, tentar, tentar...e não deixar de continuar a tentar. É basicamente esse o lema para quem tem que encarar o não como certo, para quem ambiciona um sim que poderá mudar toda a sua vida. Um sim que poderá despoletar o início de novos desafios, de novas ambições e novas metas; um sim que, por todo o esforço, é encarado como um prémio (que custa a chegar).
A palavra perdedor nunca pode pairar no pensamento, a palavra desistir está fora do dicionário. Há que aprender com os erros e melhorar a cada novo dia.
Ando a precisar de apanhar novos ares...(definitivamente!)
Todos nós temos problemas (quem não tiver quem me avise, que eu estou a doar alguns)...é inevitável e não vou escrever aqui nenhuma solução mágica para lidar com eles nem nenhuma dica cliché de livros de auto-ajuda.
O importante, no fundo, é fazer com o que os problemas não atrapalhem a nossa felicidade. Eu sei, isto é algo muito bonito de se dizer, mas na prática isto não funciona muito bem. Mas, convenhamos, há por aí muito dramatismo exagerado, muito espírito "sou tão coitadinho, tadinho de mim, pareço a Floribella". Se nos deixarmos de ser tão emos e passarmos a encarar os problemas como uma questão essencial da vida, como uma possibilidade de crescer, de evoluir e de enfrentar novos desafios, a felicidade surge mais facilmente.
Eu tenho problemas que eram capazes de deixar muito boa gente naquilo a que muito chamam de depressão (quando na verdade não o é). Mas sei perfeitamente que não é o facto de me massacrar com esses problemas, de pensar neles constantemente que os vai fazer desaparecer ou os vais solucionar. Muitas vezes é preciso pôr um sorriso no rosto e deixar os problemas na prateleira do fazer depois! e seguir com a vida.
Crise?! Contenção de custos?! Aumento disto e daquilo!? Eu sei, estou revoltado (para não dizer f*dido), mas porra, somos portugueses, estamos habituados a sofrer. Não é por acaso que a nossa imagem de marca na música é o fado (um património que, agora, é do mundo), um género tipicamente triste e que fala dos problemas de todos nós. Por isso, limpa as lágrimas, põe um sorriso na cara e bora pra luta, porque tu mereces ser feliz!
Este é o post 500. Meio milhar (porra!)!
Quando comecei com este espaço, em 2006, não imaginava que, em 2011, ainda estaria por aqui, a atormentar a blogosfera com as minhas parvoíces e devaneios...O certo é que o tempo foi passando e eu fui-me afeiçoando a este pequeno quarto da internet, a este lugar onde posso espalhar o terror a palavra sem me preocupar com censuras, sem me preocupar com o que escrevia e com quem lia, sem me preocupar com o que é politicamente correcto (expressão que tem um contra-censo, porque política e correcto não encaixam muito bem)...fui escrevendo (e copiando com os devidos créditos) e partilhando assuntos que reflectem um pouco aquilo que eu sou.
Já dediquei muitas horas da minha vida a este blog e, apesar de não conseguir uma actualização regular, sempre me preocupei em que este espaço não estivesse muito tempo parado. Não só por mim, mas pelos melhores leitores de blogs por essa internet fora (os leitores deste blog, claro!) - aqueles que gostam de esquecer os problemas e vir aqui ler umas quantas parvoíces e que, melhor do que isso, ainda voltam - vou continuar por mais uns quantos posts...e espero ainda celebrar o outro meio milhar para finalmente chegar aos 1000 posts.
Muito Obrigado a todos que cá passam!
E quem é do tempo do início do Sonic que meta um Porreirinho em baixo!
Quem nunca...
Quem nunca...
rodou o saco de bolachas 100 vezes antes de encontrar o "puxe", não sabe o que é uma aventura.
Quem nunca...
acordou com o despertador e disse que ia dormir só mais um pouco e acordou uma hora depois, não sabe o que é "estou lixado!".
Quem nunca...
se fez de DJ, aumentando e diminuindo o volume do rádio, não sabe o que é diversão.
Quem nunca...
roubou brigadeiro antes da festa de parabéns, não sabe o que é ser um criminoso.
Quem nunca...
pôs leite numa malga e depois viu que não tinha cereais, não sabe o que é desespero.
Quem nunca...
lavou os dentes uma hora antes de ir para o dentista, não sabe o que é ter medo de levar um sermão.
Quem nunca...
copiou o TPC pelo colega enquanto a professora está a fazer a chamada, não sabe o que é correr contra o tempo.
Quem nunca...
apagou a luz do quarto e correu para a cama, não sabe o que é ter medo de assumbrações.
roubou brigadeiro antes da festa de parabéns, não sabe o que é ser um criminoso.
Quem nunca...
pôs leite numa malga e depois viu que não tinha cereais, não sabe o que é desespero.
Quem nunca...
lavou os dentes uma hora antes de ir para o dentista, não sabe o que é ter medo de levar um sermão.
Quem nunca...
copiou o TPC pelo colega enquanto a professora está a fazer a chamada, não sabe o que é correr contra o tempo.
Quem nunca...
apagou a luz do quarto e correu para a cama, não sabe o que é ter medo de assumbrações.
Quem nunca...
perdeu a ponta da fita cola e rodou o rolo 10000 vezes antes de encontrar a ponta, não sabe o que é raiva.
Quem nunca...
disse à mãe que estava a chegar a casa e ainda estava longe, não sabe o que é correr por amor à vida.
Quem nunca...
viu-se na televisão de uma câmara de vigilância de um supermercado, não sabe o que é ser uma celebridade.
Quem nunca...
desligou o microondas no último segundo, não sabe o que é a sensação de desarmar uma bomba.
Quem nunca...
Quem nunca...
perguntou "qual é a aula que vamos ter agora?", não sabe o que é ser um aluno exemplar.
Quem nunca...
- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?
O professor, sem olhá-lo, disse:
- Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.
E fazendo uma pausa, falou:
- Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar.
- C...claro, professor, gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor. O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse:
- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.
O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.
Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação e seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos.
Entrou na casa e disse:
- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
- Importante o que disse meu jovem, contestou sorridente o mestre. - Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.
- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
- Importante o que disse meu jovem, contestou sorridente o mestre. - Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.
O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:
- Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
O jovem, surpreso, exclamou:
- 58 MOEDAS DE OURO!!!
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente...
- Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
O jovem, surpreso, exclamou:
- 58 MOEDAS DE OURO!!!
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente...
O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.
- Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:
- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor???
E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.
- Todos nós somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.
25 novembro 2011
aveiro
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2
poesias
Ensinamentos do Gabriel o Pensador #1
"E é por isso que eu não fico satisfeito
Em sentir o que eu sinto
Se o que eu sinto fica só no meu peito
Por mais que eu seja egoísta
Aprendi a dividir as emoções e os seus efeitos"
Em sentir o que eu sinto
Se o que eu sinto fica só no meu peito
Por mais que eu seja egoísta
Aprendi a dividir as emoções e os seus efeitos"
Gabriel o Pensador in “Tás a ver?”
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