"Impressionante! Tente lembrar-se de alguma vez que você foi ao supermercado e não voltou para casa com pelo menos uma dessas marcas debaixo do braço. Isso mesmo, praticamente 11 marcas dominam o mercado."
Muito já se falou sobre a campanha de marketing do Pingo Doce e muito ainda se irá falar. Isto, só por si, descreve a campanha como muito bem conseguida.
Os responsáveis pela mesma devem estar, apesar de tudo, extremamente contentes por teres atingindo o seu objectivo (para não dizer, ultrapassado as melhores expectativas). Não vi nenhum daqueles anúncios irritantes da marca a divulgar a campanha, o que prova que a publicidade "boca-a-boca" foi um sucesso (e sem custos) e o retorno em "publicidade" gratuita (telejornais, imprensa, redes sociais, etc.) foi de uma dimensão gigantesca.
É certo que muita dessa "publicidade" é a criticar o facto da cadeia de hipermercados não ter consigo dar resposta às necessidades de consumidores com sede de poupanças à grande e de praticar concorrência desleal. Mas, certamente as pessoas que saíram de lá com sorriso no rosto - enquanto empurravam o seu carrinho atolado - não tiveram razão de queixa (a não ser as filas intermináveis e a falar de stock provocada por uma acção fora do comum).
Passou a imagem que o Pingo Doce se preocupa com os portugueses em tempo de crise e passou a ideia que é uma cadeia de hipermercados associados à poupança. Fez com que as pessoas vejam a marca com outra cara e a tenham na memória no momento em que pensarem fazer compras. Foi um fenómeno social fora do comum (diria que foi uma espécie de simulacro de resposta a uma catástrofe) e deixou o Dia do Trabalhador para segundo plano.
Um estudo publicado no Reino Unido revelou que as mulheres britânicas estão a usar cada vez mais o poder de atracção dos seus seios para atingirem os objectivos a que se propõem.
50% das mulheres exibem o decote para serem atendidas primeiro num bar
28% usam sutiã push-up para o primeiro encontro
16% servem-se do wonderbra para passar à frente nas filas
14% utilizam decotes acentuados para subir na carreira
10% já tentou ofuscar uma noiva, durante um casamento, aparecendo na cerimónia com um generoso decote
8% dizem que já se livraram de multas de estacionamento graças a tops mais decotados
O poder de atracção dos seios femininos está a ser cada vez mais utilizado como "arma de sedução" pelas britânicas que, segundo o mesmo estudo, não descuram a concorrência, com 80% das inquiridas a afirmar que repara normalmente nos seios de outras mulheres para comparar as medidas delas com as suas.
Encontrei no blog Bimarketing este vídeo que me esclareceu em relação a tanta coisa que desconhecia no mundo das marcas "portuguesas", nomeadamente, a Sagres.
Realmente, em alturas de crise, defende-se que se deve comprar português, mas é importante ser e não parecer...vale a pena ver o vídeo!
Não tenho nenhum produto da Apple, não porque pense que os seus produtos não têm valor, mas porque nunca me deu para investir num iPod (nem o telemóvel uso para ouvir música...talvez se viajasse mais valesse a pena), num iPhone (comprei o telemóvel que tenho por causa do wireless e do GPS e, mesmo assim, não ligo muito a isso) ou num iPad (é um produto demasiado grande para eu andar por aí com ele). Agora se falarmos em portáteis, confesso que gostaria de ter um Mac, devido a várias razões, entre as quais a sua performance, o seu design e pelo facto de não ser Windows.
Associado a está marca, está, inevitavelmente, Steve Jobs, um génio no ramo da tecnologia que tinha uma visão muito própria de tudo e que nos presentou com algumas lições de vida que valem a pena recordar. Aqui ficam alguns exemplos:
Sinto-me sempre um velho quando faço estes posts reflectivos, mas a verdade é que já fui passando por algumas coisa e a minha infância já lá vai há muito (infelizmente!). Tirando este aparte, o que venho aqui falar hoje não é nada de novo (se fosse é que era de estranhar) - venho falar como a forma como comunicamos mudou de uma maneira fenomenal (não sei se este será este o adjectivo mais correcto, mas fica) nos últimos tempos...
Quando uma pessoa diz que é do tempo em que as consolas usavam cartuchos em vez de CD's e que usava-se disquetes e não pen's, estes putos de hoje em dia não fazem a mínima do que estamos a falar. E isto é apenas um exemplo, senão vejamos:
Da carta para o e-mail
Do telefone para o Smartphone
Da brochura para o WebSite
Dos jornais em papel para os jornais online/RSS de notícias/Podcasts
Dos livros pros e-books
Da socialização "cara-a-cara" para as redes sociais
Já dizia Camões: "Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades!".
Quando penso em música não me posso esquecer, de maneira alguma, do RAP (Rhythm and Poetry). Cresci a ouvir as grandes músicas do Gabriel o Pensador, músicas que desenvolveram o meu gosto pela escrita e me fizeram experimentar o mundo das rimas.
Na adolescência, não perdi esse gosto e continuei a ouvir o grande Hip Hop Tuga, pela voz dos Mind da Gap, Dealema, Xeg, Mundo Complexo, Sam The Kid, Valete, entre tantos outros. Enquanto o pessoal gostava de ouvir músicas as vulgares músicas Pop, eu perdia-me na complexidade das letras da boa (mas esquecida) música que se fazia nos bairros portugueses.
Fui tantas vezes criticado (para não dizer gozado) por ter este como estilo de música de eleição. No entanto, enquanto eu fazia do Hip Hop Tuga, a minha "fuga" para os "dramas" da adolescência, via tantos colegas a seguirem caminhos menos (como direi?) "ortodoxos" e a usarem o tabaco como meio para se integrarem em grupos ou a afundarem-se na droga numa tentativa de esquecer os problemas. Feliz ou infelizmente nunca vi nisso uma solução...e continuo orgulhoso da minha decisão.
Lembro-me de tantas vezes estar no meu canto e só ter como companhia estas músicas...eram palavras que faziam e continuam a fazer sentido e me fizeram perceber que música com mensagem sabe bem melhor.
Aqui ficam exemplo de algumas músicas que tanto tocaram nos meus ouvidos, durante a minha adolescência.
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