Quanto a esta não há muito a dizer...é uma música de Sam The Kid, em que o título é uma data: 16/12/95, daí ser a primeira da lista. Vale a pena ouvir, porque o Samuel, não o Massas, mas o Mira, é bem mais do que o autor da música Poetas do Karaoke.
Estava aqui a preparar este post sobre a música do Tás a Ver? do Gabriel o Pensador, quando deparei-me com um site completamente renovado (algo que já não vi há alguns anos valentes) e as novas páginas do Twitter e do Facebook. Mais importante que isso - uma música nova!
Tinha saudades de ouvir músicas novas do Gabriel, porque adoro a maioria das suas músicas e, agora, raramente ouço, devido ao facto de já haver novas há muito (mais concretamente desde 2005).
Adorei este novo som, assim como adorei algumas músicas novas que ele cantou no concerto, em Novembro, em Coimbra. Aqui fica:
Gabriel o Pensador - Linhas Tortas
E eu tenho aquele livro, que já me serviu de tanta inspiração!
Como estou com pouco tempo, deixo-vos este post - adequado para o fim de semana - com o desejo que aproveitem a vida! A vida é curta, mas a noite é longa!
Não há nenhuma música que deixe realmente a chorar. Penso que isso tem a ver com a conotação que, por vezes, damos às músicas e aos momentos/pessoas a que/quem associamos essas mesmas músicas.
Poderia colocar uma música tipicamente usada para expressar momentos de tristeza o Everyboy Hurts dos R.E.M. Mas não é essa que vou aqui deixar. Deixo aqui a Tears in Heaven do Eric Clapton, pela razão que referi em cima: por aquilo que ela me faz pensar.
Não a tenho associada a nenhuma parte em concreto ou a alguma pessoa, mas pela história que está associada à música:
"'Tears in Heaven', canção escrita por Eric Clapton e Will Jennings, fala sobre a dor sentida por Clapton após a morte do seu filho de quatro anos, Conor, que caiu da janela do 53º andar dum prédio em Nova York, a 20 de Março de 1991. Clapton, que chegou ao apartamento logo após o acidente. Ficou visivelmente perturbado durante meses"
Esta aqui é particularmente complicada de escolher, porque gosto de cantar tanta música...desde o pimba até a brasileirada. No entanto, há que escolher uma e olhando para a minha lista de músicas ouvidas ao longo dos tempos, acabo por escolher a que está no 27º lugar (um número especial).
A música é da Mafalda Veiga, uma cantora com músicas que me dão sempre vontade de cantar. A mesma que me arrepiou com um concerto fantástico no Algarve, em 2010. Espero que gostem...
Meu amor não quero mais palavras rasgadas. Nem o tempo cheio dos pedaços de nada. Não me dês sentidos para chegar ao fim. Meu amor... só quero ser feliz.
(...)
Meu amor não quero mais silêncio escondido. Nem a dor do que cai em cada gesto ferido. Quero janelas abertas e o sol a entrar. Quero o meu mundo inteiro dentro do teu olhar. Eu quero o meu mundo inteiro dentro do teu olhar.
Sou um amante confesso do improviso e da espontaneidade mas, sinceramente, nunca pensei começar um namoro da maneira como comecei...numa bela noite em Aveiro, em plena Semana do Enterro, na companhia de grandes amigos que tive o prazer de conhecer no Intra-Rail (dentro desse leque estava a minha actual namorada). Quanto a esta noite não adianta avançar mais!
No dia seguinte, começava uma nova fase (que ainda dura, felizmente)...e era noite de Aurea e David Fonseca, os "padrinhos" desta relação. Foi uma noite sensacional, onde se ouviu a música a música que se adequa tão bem à nossa relação e que conta com uma letra assim:
you don't need to promise me the moon just sit with me and watch the moonlight then every little star will sing this song and if you feel good, come on just sing along
i'm okay, i'm alright i got good fellings on my mind i'm okay, i'm alright with you
(...)
'cause you don't need to promise me the sky just sit with me and watch the sunrise set yourself free and breathe deep inside and while you do that, come on just sing along
O post de hoje é dedicado a todos os amigos dos meus tempos por Aveiro, que é como quem diz, da minha experiência académica. Foram três anos que passaram muito rápido mas que, mesmo assim, permitiram conhecer um sem número de pessoas que me brindaram com momentos que dificilmente esquecerei.
Sinceramente, recomendo a vida académica a quem tiver a possibilidade de a seguir, não pelo "canudo" - que, nos dias de hoje, pouca validade tem no nosso país - mas sim pelas experiências que só a "Universidade" permite. Coloco universidade entre aspas para não me interpretarem mal, pois - como eu costumo dizer - "aprendi bem mais fora das aulas, do que lá dentro!".
O que conta não é a matéria que se decora para os exames, mas o quanto custa passar; não é a nota dos trabalhos de grupo, mas a experiência que se adquire ao fazê-lo; o que conta não é o quão sujo chegas a casa depois de uma praxe, é o espírito de equipa e convívio que adquires nesse momento; o que conta não é o curso ou a faculdade que representas, mas a maneira como o/a defendes; o que conta não são as bebedeiras que apanhas, mas sim as vezes que contrarias a vontade do corpo e o tiras da cama para ir às aulas...
Tenho saudades de todas as pessoas que, com o tempo, fui perdendo contacto...e para todos eles, fica esta música que tantas vezes me arrepiou!Aveiro é nosso!
Não tenho nenhuma música que gosto particularmente das bandas sonoras dos meus filmes favoritos, por isso, aqui fica uma música de uma das minhas séries favoritas: Californication.
Esta é uma música de uma "banda" que foi criada especialmente para a série - Queens of Dogtown - que fizeram três ou quatro covers, esta ficou-me no ouvido e sabe-me sempre bem ouvir...
Quem me conhece bem, sabe, sem sombra de dúvidas qual o meu cantor favorito. Canta nessa bonita língua que é a língua portuguesa e está do outro lado do Oceano, nesse grande país que é o Brasil. O seu nome é Gabriel Contino, mais conhecido por Gabriel o Pensador.
Cresci a ouvir as suas músicas graças ao meu irmão - desde o tempo em revolucionou a música com o Tô Feliz (Matei o Presidente), passando pelo grande sucesso 2345meia78 até ao grande e único Tás a Ver? (com Adriana Calcanhotto e Sérgio Godinho). Desde então, ganhei uma paixão pelas rimas e pelo sabor revolucionário que só estilo musical tem.
Muito poderia dizer sobre a minha admiração sobre este artista, que sempre foi um grande exemplo para mim...mas daria um grande post. Por isso, fica apenas uma lembrança... de uma Queima das Fitas do Porto, onde avancei grades para conseguir um autógrafo do Gabriel e, quando o consegui, simplesmente faltou-me as palavras...e não consegui dizer simplesmente nada, nem responder à sua simples pergunta "Beleza?".
Fica aqui apenas uma das minhas músicas favoritas...
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