03 janeiro 2013 0 poesias

Mar

Furadouro, 24/02/09

Mar leva contigo essas lágrimas que não quero dar ao mundo
Leva-as para o teu imenso oceano
E faz com que elas se percam por lá...
O mundo não as merece, muito menos as pessoas,
Por isso, guarda-as nesse cofre da natureza, que só tu possuis
E faz de mim uma pessoa melhor.

Mar, nessas ondas que tu trazes,
Traz com elas aquele sentimento que eu anseio
Aquele que só tu sabes qual é,
Pois só tu ouves os meus desabafos sem me chamar louco...

É essa loucura que me caracteriza,
Que me faz desabafar contigo e sentir-me melhor,
Como se a brisa que tu me dás
Levasse consigo tudo aquilo que, em mim, está a mais...

Tiago Moreira


02 janeiro 2013 0 poesias

Candidato #4 | Graciano Saga - Gosto das peludas

Para começar este novo ano com um espírito correcto, eis que vos trago mais o quatro candidato ao Prémio Me-do: Graciano Sagas. O autor do grande hit “Vem devagar emigrante” vem mostrar toda a indignação sobre as mulheres de hoje em dia que fazem a depilação.

Um claro defensor da causa feminista, Graciano Sagas não tem papas na língua e mostra-o claramente no título desta música: “Gosto de peludas”. A sua revolta espalha-se ao longo de toda a letra da música, afirmando inclusive que “as mulheres de agora são um pesado”, porque (e passo novamente a transcrever) “na coisa que eu gosto já não têm cabelo”

Ora, partindo do suposto que ele gosta do que todo o homem gosta, estamos a falar da dita cuja das mulheres e não das axilas, das pernas ou até das sobrancelhas, até porque ele metaforiza a tal “coisa” de várias maneiras: “ninho de pardais”, “passarinha” e “rama do roseiral”.

Como, infelizmente, esta música não tem videoclipe, não posso tecer comentários a esse respeito. Por essa razão, despeço-me com o meu verso favorito desta música: “Tal como nós / Também ela faz a barba / Diz que tanto lhe apertava / Nas calcinhas que comprou”


31 dezembro 2012 0 poesias

Feliz 2013


2012 teve a sua quota parte de más e boas experiências, como qualquer ano. Fazendo assim um resumo mental, de uma forma geral, classifico 2012 como um bom ano, essencialmente a nível profissional.

Para além de já me sentir feliz a nível pessoal, apesar de momentos menos bons que vamos sempre tentando esquecer, este ano senti-me realmente bem a nível profissional, como nunca me tinha sentido, muito graças à realidade de uma empresa que enfrenta os desafios com um espírito animado, jovem e inovador e graças a uma equipa de trabalho que não se deixa contaminar por aquelas tristezas que todos os dias vemos nos telejornais.

A todos os que me acompanharam neste ano que hoje acaba, o meu MUITO OBRIGADO! A todos que pensarem em acompanharem-me em 2013, terei todo o gosto em contar com a vossa companhia.

Um Bom Ano para todos, essencialmente, cheio de saúde e alegria para tornar o 13 um número da sorte!
24 dezembro 2012 0 poesias

Um doce Natal para todos

Apesar de não ter tido muito tempo para actualizar este espaço, com muita pena minha, venho aqui desejar um Feliz Natal a todos que visitam este espaço. Que o sapatinho vos traga um monte de coisas boas para compensar as medidas do nosso Governo que só nos trouxe coisas más.

Um Bom (e doce) Natal para todos!



17 dezembro 2012 0 poesias

Afinal que geração somos?

Somos a geração à rasca, a tal geração demasiadamente qualificada para um país de cultura medíocre. Somos a geração que vive com os maiores índices de desemprego que Portugal alguma vez assistiu. Somos a geração que sabe que o “estudar para ser alguém” são tretas do passado. Somos a geração revoltada por não ter em que acreditar e ter que viver com a ideia que não resta muita esperança por estas terras. Somos a geração a quem o Governo pede para apertar os cintos, mesmo quando o dinheiro não chega para comprar umas calças. Somos a geração a quem pedem para ser austeros (sinónimo de rígidos, severos e inflexíveis) e para emigrar. Somos a geração da Troika, do FMI, do TSU, do rating e de todos esses termos caros que até agora ninguém sabia que existiam.

Somos a geração disso tudo que eu referi, mas também somos a geração mimada pelos pais que sempre fizeram das tripas coração para nos dar tudo aquilo que não tiveram oportunidade de ter, pais esses que tentavam proteger ao máximo os filhos das amarguras que a vida de adulto tem. Somos uma geração que passou bem a infância e a adolescência sem a frustração de não ter uns sapatos para ir para a escola, muito pelo contrário…a nossa geração sempre teve mimos consumistas na infância, noitadas e bebedeiras na adolescência, carta de condução, carro, curso, etc. E mesmo quando se depara com o choque do mundo do trabalho, a nossa geração continua a contar com o apoio dos pais que garantem cama, roupa lavada e comida.

Pois é, nós não somos a geração à rasca, à rasca viram-se (e agora ainda se vêm mais) os nossos pais que se esforçaram toda a vida para manter um nível de vida que queremos manter a todo o custo. Perguntem simplesmente a quantos concertos os vossos pais foram e contem a quantos vocês foram…! Não estou com isto a acusar a nossa geração de nada, muito menos a acusar a geração dos nossos pais, porque isto não é uma questão de encontrar culpas, mas sim soluções.

Apesar de sermos uma geração que coleccionou diplomas, "canudos" e demasiadas teorias que pouco valem nos dias de hoje, somos uma geração que tem potencial para levar este país um bom caminho, para pôr em prática o tal do empreendedorismo a que somos associados e para mostrar que não somos apenas uma geração de meninos mimados. A determinação de mudar mentalidades tem que estar presente em todos que estão "à rasca" e é necessário ter a noção que já não existem empregos para a vida, que é preciso “dar o litro” para se ter algo, que é preciso enfrentar a tempestade para se encontrar a bonança...

charlie brown
"It always rains on our generation!"

13 dezembro 2012 0 poesias

Invejosos irão dizer que é Photoshop

"Nas minhas férias no Egipto"

"Eu a minha namorada no relax"

"Uma foto com a minha namorada na intimidade"

"No carrinho amarelo, acabadinho de comprar"

"Não te lembras desta foto que tiraste comigo?"

"Um passeio em Londres"

"Quando fui ver o Machechester Unitá (dito à boa maneira de Jorge Jesus)"

"Quem disse que fiquei em casa? Olha eu aqui com a malta"
"Eu e a minha miúda no meu carrão...o meu vidro é um espectáculo!"

"Bom Natal para todos, eu cá fico com a Mãe Natal!"

Quem dúvida da veracidade destas fotos?
03 dezembro 2012 0 poesias

Candidato #3 | Samwell - What What (In the Butt)

What what (in the butt)
Andava eu nos meus tempos universitários – belos tempos em que conhecia tudo o que era vídeo viral, principalmente em períodos de trabalhos de grupo – quando me apresentaram este vídeo (como direi?)…diferente.

Este é daqueles vídeos que deixa o espectador tão boquiaberto e pasmo, que torna difícil soltar mais do que uma espontânea expressão bem inglesa: What a f… foca! Por essa razão, torna-se para mim difícil tecer qualquer comentário...mas aqui fica o meu.

Comecemos então pela letra, a qual não vou traduzir para não ferir mentes mais susceptíveis que não entendam inglês. É só uma sugestão: se não entendem o que ele diz, mantenham-se felizes na vossa ignorância, acreditem! Mas de uma forma resumida, e retirando as frases onde a palavra “butt” aparece, podemos chegar a uma música bem romântica em que Samwell se declara e diz que “vai dar tudo o que ela ele precisa”, pedindo apenas que lhe ela ele "lhe dê, se quiser".

Se a letra já seria suficiente para tornar esta música uma séria candidata a vencedora do Prémio Me-do, o videoclip é a cereja em cima do bolo para a candidatura ficar completa. São tantos os pormenores que é difícil salientar apenas um, por isso fica aqui uma lista sucinta: o grafismo de todo o vídeo, a bandeira da França (não digam que é uma coincidência de cores), a fantástica dança do Samwell, as cruzes, a parte de trás das suas calças, os dois homens a dançarem, as pétalas estilo Beleza Americana e por aí fora…!

O resto das opiniões fica ao vosso critério…Enjoy it “if you dare”

23 novembro 2012 0 poesias

5 flops do Benfica dos últimos tempos

Sou um benfiquista assumido, mas tenho que a consciência que nos últimos anos já muitas nódoas mancharam a camisola do glorioso. Este post é dedicado a esse jogadores que marcaram a história do Benfica...pela negativa, claro. Serve também para ficar na memória alguns erros que não deverão ser repetidos. Aqui ficam os primeiros cinco da saga...

1. Escalona
Escalona chegou ao Benfica na temporada de 2000/2001 proveniente dos italianos do Torino e logo no seu jogo de estreia, frente ao Belfast, deixou a esperança que podia sair dali um bom jogador (visto que ainda tinha 20 anos e era rotulado como uma grande esperança do futebol chileno).

Essa esperança não durou e este chileno tornou-se mais um flop da história benfiquista, contabilizando apenas 11 jogos oficiais (em 40), 7 amarelos e 2 expulsões. A juntar a essas más exibições, surgiram também problemas judiciais relacionados com o seu passaporte “italiano”, motivos mais que suficientes para abandonar o clube no final da época.

Na "Primera División B Chilena" continua ainda hoje a demonstrar o porquê de, apesar de internacional Sub-20 pelo Chile, ser um talento eternamente adiado.

2. André Neles
No “mercado de Inverno” da época de 00/01, chegava ao Benfica André Neles, acompanhado por Roger (sim, o actual companheiro de Deborah Secco). Vinha com o “rótulo” de finalizador de excelência e, assim como Escalona, fez uma boa estreia num amigável, mas desiludiu nos restantes.

Com Jupp Heynckes só jogou uma vez e foi com a chegada de Toni que surgiu a sua oportunidade, a qual não aproveitou: jogou mais 9 jogos, marcando apenas um golo no jogo da última jornada. No final da época, como seria de esperar, foi dispensado (juntamente com Van Hooijdonk!) e foi para o Marítimo. No clube da Madeira não teve melhor sorte e acabou por regressar ao Brasil.

André Neles é também conhecido por André “Balada” devido ao seu passado ligado ao álcool e às drogas. No entanto, depois de começar a frequentar cultos religiosos, descobriu a veia artística e, agora, para além de jogador, é também cantor gospel.


3. Okunowo
A prova que não é só Benfica que tem nódoas na sua lista de contratações é que Okunowo foi emprestado pelo mítico Barcelona. Um facto impressionante é que chegou ao plantel dos dois clubes com apenas 20 anos.

Chegou ao Benfica na época de 99/00 com a promessa de fazer esquecer Veloso, mas para além de não o conseguir fazer, rapidamente saiu da equipa principal do Benfica. Depois da estreia a 20 de Setembro de 1999, num jogo em casa com o Setúbal, despediu-se em 19 de Dezembro do mesmo ano numa derrota em Guimarães.

Este nigeriano, que passou mais tempo ao serviço da selecção da Nigéria do que ao serviço do Benfica, não teve melhor nos outros clubes, acabando por coleccionar passagens discretas e experiências fracassadas em muitos clubes.


4. Dani 
Dani era daqueles jogadores que tinha tudo o que era necessário para fazer uma grande carreira no futebol. No entanto, as virtudes que tinha em campo eram desaproveitadas devido ao que estilo de vida que levava fora dele. Prova disso reside no facto que, independentemente do país onde jogava, o caminho era o mesmo: diversão nocturna.

Não é por isso de estranhar o facto de ter acabado a carreira com apenas 27 anos (após uma última experiência falhada no Celtic de Glasgow), rotulado de noctívago e de playboy. Depois disto, dedicou-se à televisão e à moda.  



5. Machairidis
Corria a época de 98/99 quando o Benfica defrontou o PAOK da Grécia para a Taça UEFA, numa eliminatória que viria a ser marcada pelas grandes defesas do emblemático Enke nos penaltys. Desse jogo ficaram na memória dos dirigentes benfiquistas duas prestações da equipa adversária: Sabry e Machairidis. Se o primeiro chegou a trazer um toque de classe para os lados da Luz, o segundo trouxe apenas más exibições e inadaptação nos 4 meses que esteve em Portugal.

Tudo isto levou a que, no final da época, esta enorme “nódoa” se recusasse a regressar, dando origem a despedimento com justa causa, que se transformou em empréstimos sucessivos até ao final do seu contrato de 4 anos com o clube. Sucederam-se depois os empréstimos e as experiências: Esteve no Panionios, no Kalamata, treinou (mas não ficou) no AFC Wimbledon, e passaria ainda por Alki Larnaca, Doxa Dramas e Chania.



12 novembro 2012 0 poesias

10 dos edifícios mais estranhos da Europa


1. Torre Galatea (Figueras, Espanha)
Salvador Dalí, pintor surrealista espanhol, nasceu e morreu na cidade de Figueras, no norte da Catalunha. O museu-teatro de Dalí, onde se encontra a sepultura do pintor, é uma das principais atracções da cidade e tem curiosidades arquitecturais como a Torre Galatea, com esculturas de ovos no topo.


2. Container City (Londres, Inglaterra)
Esse projecto não tem a ver apenas com a estética. A Container City, em Londres, na Inglaterra, foi uma alternativa encontrada pela empresa "Urban Space Management" para reaproveitar contentores velhos para abrigar residências e escritórios. O resultado remete aos blocos coloridos que as crianças empilham. A técnica de usar contentores em construções já foi usada em 16 projectos da empresa.

3. Forest Spiral | Waldspirale | Floresta em Espiral  (Darmstadt, Alemanha
Este prédio de aspecto tão diferente e colorido é o Waldspirale, que significa "Floresta em Espiral", e foi projectado  pelo artista vienense Friedensreich Hundertwasser,  e sua construção terminou em 2000. O Waldspirale é um prédio que contém 105 apartamentos e fica em Darmstadt na Alemanha. Tem várias peculiaridades, como sua forma de U e a fachada única, sem linhas rectas. Tem mais de 1000 janelas, e  nenhuma é igual à outra.


4. Atomium (Bruxelas, Bélgica)
O Atomium foi construído em 1958 em Bruxelas no âmbito da Expo 58. Com 103 metros de altura, o Atomium representa um cristal elementar de ferro ampliado 165 biliões de vezes, com tubos que ligam as 9 partes formando 8 vértices. As esferas de ferro com cerca de 18 metros de diâmetro estão ligadas por tubos com escadas no seu interior com um comprimento de cerca de 35 metros. As janelas instaladas na esfera do topo oferecem aos visitantes uma vista panorâmica da cidade. Outras esferas têm exposições sobre os anos 50. As três esferas, às quais só se tem acesso por tubos verticais, estão fechadas ao público por razões de segurança.



5. Casa do Penedo (Fafe, Portugal)
No caminho entre Fafe e Celorico de Basto, na região norte de Portugal, e mais concretamente na serra de Fafe, encontramos uma casa que já despertou a curiosidade de muita gente por esse mundo fora devido à sua originalidade e à divulgação já feita em muitos blogues e fóruns. Esta casa foi construída entre quatro rochas gigantes, mas é mais do que uma mera residência rural perdida no interior de Portugal.


6. Ideal Palace (Hauterives, França)
Cheval começou a construir o edifício em abril de 1879. Ele dizia ter tropeçado numa pedra e ter sido inspirado pela forma da mesma. Voltou ao mesmo ponto no dia seguinte e começou a coleccionar pedras e, nos 33 anos seguintes, durante sua rotina diária de carteiro, Cheval carregava pedras que encontrava no caminho, usando-as para construir o Palais idéal. Cheval passou as primeiras duas décadas construindo as paredes externas. O Palácio é uma mistura de diferentes estilos, com inspirações da Bíblia à Mitologia hindu. Cheval ligou as pedras com arame, cal e cimento.


7. Druzhba Holiday Center Hall (Yalta, Ucrânia)
Este edifício foi confundido pelo Departamento de Defesa da América como uma possível base para lançar foguetes. Na verdade é apenas um Resort de Verão. O prédio foi construído para suportar grandes terremotos.


8. Cubic Houses (Rotterdão, Holanda)
Um dos lugares realmente desejados pelos turistas em Roterdão, é visitar a rua das Cubic Houses. 40 casas convencionais foram inclinada 45 graus para se tornarem as primeiras casas em forma de cubo da Holanda. Piet Blom, foi o designer que pensou em criar essas casas em forma de cubo. Quando olha para elas de fora, elas deixam-te desorientado, e é muito difícil imaginar como alguém pode ficar na posição vertical dentro delas. Mas talvez a coisa mais incrível é que elas são habitadas. Uma das casas é aberta para os visitantes verem como é viver em uma casa tão estranha.


9. The Crooked House (Sopot, Polónia)
The Crooked House - A Casa Torta – localizada na cidade de Sopot, na Polónia, foi construída em 2003, pelo arquitecto polaco Szotyscy Zaleski. O seu projecto foi inspirado pelas ilustrações de Jan Marcin Szancer e pelo artista sueco Per Dahlberg. Ela é uma das construções mais fotografadas em toda a Polónia e suas curvas são seu maior trunfo, fazendo-a parecer uma casa “torta”.


10. Borgund Stave Church (Borgund, Lærdal, Noruega
Construída por volta de 1180 e é dedicada ao Apóstolo André. A igreja é excepcionalmente bem preservada e é uma das mais distintas igrejas “stave” na Noruega. Alguns dos melhores recursos são os portais ricamente esculpidos e as esculturas de cabeças de dragões do telhado. As “stavchurches” são a contribuição mais importante da Noruega para o mundo de arquitectura e as mais antigas construções de madeira preservadas da Noruega.
29 outubro 2012 0 poesias

Cuidado com as informações publicas na internet

Existem pessoas que têm uma fixação especial por partilhar todos os pormenores da sua vida nas redes sociais. Ignorando o facto de só por si isto já ser algo irritante (na minha opinião, claro), tem a desvantagem de qualquer um dos amigos, conhecidos ou apenas desconhecidos terem acesso a um a essa informação que, por vezes, é quase confidencial.

Se para alguns ver essa informação não passa de um entretenimento, para outros pode servir para actos de maldade. Para mostrar que isso não é muito difícil, na Bélgica fizeram uma experiência em que colocaram um rapaz vestido de vidente dentro de uma tenda, onde ele fornecia informações verdadeiras sobre as pessoas que eram convidadas a testar seus poderes. O pormenor reside no facto de todas as informações serem conseguidas através da Internet.

Vejam o vídeo!


[encontrado aqui]
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