20 maio 2014 0 poesias

Música para final de dia



When the day is through
All you got to do is slowdown



29 abril 2014 0 poesias

Técnicas usadas para fazer-te gastar mais nas compras

Para atrair a atenção dos consumidores, podemos encontrar várias estratégias de neuromarketing espalhas pelos diversos tipos de comércio. A maneira de como o preço é apresentado, a cor da loja e até a música vão influenciar a tua compra. Vê aqui alguns exemplos.


Nas lojas de informática, há que ter em atenção o som ambiente: uma pesquisa no Reino Unido revelou que uma música agradável faz o consumidor ficar mais tempo na loja, ter vontade de voltar, recomendar para outras pessoas e gastar mais. Nestas mesmas lojas, alguns produtos são colocados em áreas mais nobres das lojas. Isso dá a ideia de que são mais inovadores e de maior qualidade. A questão é que, geralmente, esses produtos têm margens de lucro maiores.

Nos hipermercados, produtos como leite e ovos estão sempre em promoção, porque os preços são fáceis de serem lembrados. Se o preço do leite está mais baixo, o cliente tem a impressão de que tudo está mais barato
Quanto ao carrinho, quanto maior for, maior a tendência de o consumidor comprar mais. Dez itens parecem muito se estiverem num carrinho pequeno, mas, em um maior, a impressão é de que há poucos elementos.
Frutas e vegetais costumam ser expostos em caixas de papelão ou caixotes de madeira para dar a impressão de que eles acabaram de ser enviados pelos produtores à loja e por isso estão muito frescos.

Num restaurante, os pratos com nomes rebuscados fazem o cliente pagar mais. Pagar 12€ por um “cozido de carne” pode parecer muito, mas é aceitável pagar esse valor por um “boeuf bourguignone” (nome francês do mesmo prato). No menu, é costume encontrar os pratos com os preços mais altos em primeiro lugar, seguidos dos médios e, só depois, os mais baratos. Vendo o preço mais caro primeiro, o consumidor terá a ilusão de que o restante vale a pena.

Nas zonas de restauração, há que ter em atenção às cores. Por exemplo: o vermelho estimula o apetite. Num restaurante de fast food (tipo McDonalds), essa cor está nos logotipos, mobiliário e embalagens. O consumidor fica com mais fome e come mais rápido, dando espaço a outros clientes. O verde (tipo Vitaminas), dá a ideia de comida saudável. Neste tipo de restaurantes, o menu não tem muitas opções, pois se a variedade for muito grande, o consumidor demora muito a escolher e não é isso que se pretende.
Sabem qual é o maior distribuidor de brinquedos do mundo? Toys’r’us? Não! É a McDonalds. Porquê? Oferecer brindes é a principal estratégia para atrair as crianças.

Nas lojas de roupa, quanto maior o provador de roupas, mais à vontade o consumidor fica. Isto faz com que ele passe mais tempo a experimentar peças, o que aumenta as probabilidades de compra.
Neste tipo de lojas, principalmente nas de roupa interior, os defeitos do corpo do cliente tendem a ser escondidos: com iluminação indireta, o cliente vê menos os detalhes de seu corpo e acaba por ficar mais satisfeito com a roupa, acabando por comprá-la.
Outro tipo de sentido que as lojas tentam apurar é o olfacto: o truque é perfumar a loja. Um perfume traz lembranças e deixa o consumidor mais emotivo. Segundo pesquisa alemã, perfumar o ambiente aumenta em até 15% a probabilidade de uma venda.

A estratégia mais conhecida, usada por todo o tipo de comércios, são os “preços psicológicos”. Isto é, preços que terminam em 0,99 ou 0,95, que dão a ideia que serem menores: um preço de 29,99€ parece mais perto dos 20€ do que dos 30€.

Já alguma vez tinham pensado sobre isto?


[adaptado daqui]
27 abril 2014 0 poesias

5 flops do Benfica dos últimos tempos #2

Numa altura em que o Benfica está bem e recomenda-se, ficam aqui mais alguns dos flops que passearam "classe" pelos lados da Luz. 

1. Sérgio Nunes
O Benfica passou por uma fase em que nunca se percebeu bem as contratações que fazia. Enquanto os outros contratavam jogadores que eram sempre “mais valias”, o Benfica tinha aquele dom de contratar verdadeiras “pérolas”…do desastre. Sérgio Nunes é um daqueles jogadores que tinha lugar garantido num Paços de Ferreira, num Gil Vicente ou algo assim…para lutar pela manutenção e não para lutar pelo título (se bem que este Benfica andava um pouco a leste dessa luta).
O Benfica deste tempo (1999-2001) realmente nem sabia bem por que é que lutava, apesar de ter no banco Jupp Heynckes (sim, esse que o ano passado ganhou tudo com o Bayern) e este jogador era o espelho disso mesmo…andava um bocado perdido – até na posição que representava (era um central mal adaptado a defesa esquerdo).



2. Fernando Aguiar
Nos tempos de Camacho e Trapattoni, passou pela Luz, aquele que ficou conhecido por Robocop, um luso-canadiano que parecia feito de aço, de seu nome Fernando Aguiar. Conta-se que escapou a uma grande carreira no hóquei no gelo, mas o acaso levou-o para o futebol (onde também passou ao lado de uma grande carreira). Foi ao serviço Beira-Mar que começou a dar nas vistas, principalmente pela entrega que dava ao jogo e pela sua agressividade e capacidade tão típica dos “trincos”. Chegou ao Benfica na janela de transferências de Inverno de 2011/2002 para ser treinado às ordens de Toni e para tentar compensar a saída de Fernando Meira, acabando por ser emprestado no final da época. Regressaria à Luz em 2003/2004, onde foi uma opção recorrente de Camacho e ajudou os encarnados a conquistar uma Taça de Portugal ao FC Porto de Mourinho.


 
3. André Luís
André Luís é daquelas grandes contratações que chegam ao Benfica para fazer…dois jogos! 6 meses foi o tempo que este jogador durou no clube, mas, mesmo assim, foi o suficiente para juntar ao currículo o título de campeão. Mas o seu currículo ganhou outros contornos quando regressou ao Brasil, mais por razões extra-futebol, do que pelas qualidades em campo: primeiro conseguiu ser preso em pleno relvado. Após ser expulso, pontapeou uma garrafa na direcção da bancada, que teria, alegamente, acertado em adeptos adversários, mostrou ainda o seu dedo médio na direcção dos mesmos. Depois, confusão gigantesca com uma aspirante a Oficial de Policia a tentar deter o jogador que fugiu, envolvendo-se depois em agressões e lançamento de gás pimenta, com André Luís a ser detido e depois libertado sob fiança. Foi suspenso por 12 jogos.



4. Tahar El Khalej
Fernando Aguiar era "durinho", mas perto de Tahar ainda era um menino. O Benfica de 1996 já tinha um lote de “estrelas” fenomenais como Pringle, El Hadrioui ou Mauro Airez e lá decidiu acrescentar a cereja no topo do bolo: Tahar, o marroquino que limpava tudo (mas tudo mesmo) no meio-campo. Com ele, ou passava o jogador ou a bola, os dois em simultâneo é que não. Prova disso é que acabava, invariavelmente, expulso (recordo-me de um jogo em que Tahar entra em campo para “segurar o jogo” e passados 5 minutos já tinha levado dois amarelos e estava na rua).



5. Carlos Bossio
Lembram-se de Carlos Bossio? É provável que sim, mas não pelas melhores razões. Jogou quatro anos no Benfica e em nenhum deles teve sucesso. Habitual guarda-redes suplente, dava nas vistas apenas quando era necessário chamar algum colega que estivesse a aquecer: Bossio corria desenfreadamente a fazê-lo (era o seu grande momento nos jogos). A missão de Bossio no Benfica desde o início que não se avizinhava fácil: substituir Michel Preud'homme, um dos melhores guardiões que algum dia pisaram os relvados portugueses. Bossio foi justamente o oposto: um dos piores guarda-redes de sempre na Liga Portuguesa (ao nível de Moretto e Roberto).


08 abril 2014 1 poesias

My blog speaks for me

O meu blog espelha muito daquilo que eu sou. O que tem espelhado ultimamente é a minha falta de tempo...


03 abril 2014 0 poesias

Não me conformo

Estrada Lisboa – Faro, Portugal 12/05/00

Dizem que a gente fica velho e se conforma com tudo
E até se esquece de quando era cabeludo e cabeçudo
Cabeça dura que lutava contra a ditadura
Que protestava e enfrentava qualquer estrutura
Que detestava esse fedor da situação
E acreditava que a flor vencia o canhão
Cabeça viva que pensava na transformação
E alimentava cada sonho com convicção.


Dizem que a gente fica velho e perde os ideais
E até se esquece das ideias que deixou pra trás
Cabeça dura que lutava para mudar o mundo
Agora muda e só enxerga o umbigo imundo
E se acostuma com o fedor da situação
E se conforma com o programa da televisão
Cabeça morta que não pensa mais com sentimento
E que alimenta a podridão com o seu consentimento

Eu não me conformo! Por que deveria me conformar?
Não fico mudo enquanto não mudar...


(…)

Dizem que a gente fica velho e perde a atitude
Mas a idade não me ilude e por mais que eu mude
Eu sei usar a juventude da minha cabeça
Pra conquistar maturidade sem que eu envelheça
Minha cabeça de criança anda sempre erguida
Levando a vida e me levando pra melhor saída
Minha cabeça não se cansa, não se envenena
E se ela pensa em mudança é porque vale a pena.


Gabriel o Pensador


01 abril 2014 0 poesias

20 lições para aprender até aos 30 anos

Sou fã do blog Casal Sem Vergonha e foi lá novamente que encontrei um post, que, depois de adaptado, vos trago hoje. Para quem, como eu, caminha a passos largos rumo aos 30, fica aqui a dica:


1. Ama os teus pais, apesar dos defeitos que possam ter. E prova isso todos os dias.

2. Não reclames de barriga cheia. Há sempre alguém em piores condições do que tu.

3. A vida não é colorida, tu é que a tens de pintar.

4. A vida real é melhor que a virtual. Há 10 anos vivíamos até sem telemóvel.

5. Admitir os teus erros é o primeiro passo da humildade.

6. Tente nem sempre estar certo – prefira estar feliz.

7. Diploma é algo muito bom, mas não garante nenhum sucesso financeiro.

8. Faz loucuras. Antes ser considerado louco do que aborrecido.

9. Ser autêntico é a única e melhor forma de agradar.

10. És capaz de lidar com situações que pensavas não ser capaz.

11. Ri de ti mesmo. Quando os outros fizerem, já não te vais sentir tão mal.

12. A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena.

13. Elogia as pessoas! Com certeza, vai fazer a diferença no dia dessa pessoa.

14. Não confundas vaidade com narcisismo.

15. Merdas acontecem. Reclamar é verbo, solucionar é uma arte.

16. O veneno só faz mal se o engolires. (se é que me entendes!?)

17. Colecciona sorrisos e abraços.

18. O amor-próprio é o maior de todos.

19. Não baixes a cabeça perante ninguém, mas também não levantes o nariz alto demais. Olhos nos olhos é a melhor opção.

20. As maiores coisas da vida ainda são encontradas de graça. Basta contemplar e olhar.
30 março 2014 0 poesias

10 programas que fizeram furor nos anos 90 (parte 2)

6. Rua Sésamo (1989 – 1991)
Estreou em Novembro de 1989 a versão portuguesa da rua mais famosa do mundo e terminou em Maio de 1990. A Rua Sésamo transformou-se num sucesso imediato sendo bem recebida tanto pelo público infantil como pelo mais velho. O programa continha também animações feitas em Portugal e também da Rua Sésamo original. Em 1991 o programa voltou a ser repetido. Este programa era uma verdadeira escola para as muitas crianças que iam aprendendo os números e a dar os primeiros passos na leitura. 

Rua Sésamo
 
7. Riscos (1997 - 1998)
Lembram-se dos Morangos? Esta era fácil. Agora umas mais difíceis… lembram-se do Riscos? Pois é, visto de uma certa perspectiva (uma perspectiva de maternidade) a série Riscos seria a mãe dos Morangos com Açúcar. Essa era uma série onde se abordava tudo e mais alguma coisa inerente à primavera da vida: sexo, drogas, racismo, anorexia, skinheads, doenças sexualmente transmissíveis,  alcoolismo, gravidez, pedofilia, suicídio, sexo, prostituição, homossexualidade, cultos religiosos, sexo, vício no jogo, ecologia, conflitos de gerações e... já referi sexo?

Série Riscos

8. Herman Enciclopédia (1997-1998)
Este, a meu ver, foi o melhor programa de Herman José. Era um programa onde este apresentou algumas das mais famosas personagens do humor em Portugal: Diácono Remédios, José Estebes, Dra. Rute Remédios, Mike e Melga. Rico em momentos únicos de humor, onde se podia ver não Herman José e Maria Rueff em grande nível, como também um elenco de nomes reconhecidos do grande público.

Herman José e Maria Rueff e companhia num dos momentos altos das suas carreiras


9. Contra-Informação (1996 – 2010)
Bonecos bem caricaturados das mais variadas personalidades nacionais e internacionais, uma boa dose de humor, sátira e ironia eram a receita que este programa apresentava depois do Telejornal da RTP1. Era uma boa maneira de fazer sátira com os mais diversos temas que iam desde a política ao desporto. E quem não se lembra de expressões como a do “Boby, Tareco…busca!” do mítico “Bimbo da Costa”?

Eram muitas as personagens deste programa


10. A Alma e a Gente (1997-1998)
Ao pensares numa pessoa que conheceu e viveu a história de Portugal como ninguém, certamente que o primeiro nome que te vem à ideia é o de José Hermano Saraiva. A “alma” do programa era toda deste senhor da televisão, que mantinha o método do improviso verbal, sem telepontos nem qualquer outro tipo de apoio. A “gente” era apresentada a cada programa, através de biografias de portugueses que marcam a nossa história. Este programa era uma autêntica história que nos parecia levar até à época relatada.

O melhor professor de história de sempre
26 março 2014 0 poesias

10 programas que fizeram furor nos anos 90 (parte 1)

A televisão portuguesa teve uma fase áurea nos anos 90, época em que ainda não havia Internet e o Facebook era feito porta-a-porta ou, quanto muito, por telefone. O telemóvel ainda dava os primeiros passos no quotidiano dos portugueses e já estes assistiam a programas transcendentes para a época, como era o “Hugo” ou o “Juiz Decide”. Fiquem aqui com alguns programas que marcaram esta geração:

1. “O Juiz Decide” (1994-2001)
Problemas com heranças, propriedades e os crimes mais insólitos? Resolviam-se neste programa de sucesso, onde se criavam julgamentos (mais ou menos) fictícios e o público ajudava a decidir o veredicto. Em qualquer pastelaria ou café, este era um programa obrigatório, logo a seguir ao jornal da tarde.

O Juíz Decide

2. “Hugo” (1997-2001)
Se há programa que toda a criança desta geração se lembra é o “Hugo”. Aquele programa em que o telespectador tinha a missão de levar Hugo a salvar a amada Hugolina e os filhos das mãos da bruxa malvada, com a ajuda do telefone fez sucesso imediato. Este programa foi também uma das maiores frustrações da minha infância, porque o meu telefone não me permitia participar e não tinha o telefone perto da televisão.

Hugo e a sua cara maquiavélica

3. “Big Show SIC” (1995-2001)
Este foi o programa que tornou João Baião um dos mais apresentadores mais conhecidos e mais amados do país, naquela época. Ele dançava e saltava sem parar, recebia os artistas populares (lançou muito artista pimba para a ribalta) e oferecia prémios nos mais variados concursos. O apresentador era, sem dúvida, o ícone deste programa, pois surpreendia toda a gente com uma energia que parecia não ter fim. Frases como “deixe lá o rapaz estar sossegado” ou "Dona Albertina, não vá fazer já o seu xixizinho" são ainda hoje recordadas pelo público, assim como a lendária personagem do Macaco Hadrianno.

João Baião ao lado da razão dos homens também verem este programa

4. “Ponto de Encontro” (1994-2002)
Quem se lembra deste programa, intuitivamente começa a cantarolar, ainda que mentalmente, o genérico do programa. Este era daqueles programas que todas as avozinhas gostavam: Henrique Mendes reunia irmãos separados à nascença, crianças que cresceram sem pai ou amigos de infância a quem um dia perderam o rasto. Era este tranquilo apresentador a alma do programa: segurava-lhes nas mãos, oferecia-lhes lenços nos momentos mais difíceis, e parecia ter sempre a palavra certa para os reconfortar.

O grande e único Henrique Mendes

5. Buéréré (1993-1998)   
O programa Buéréré foi o primeiro programa que a SIC criou direccionado para os mais novos e, apesar de muita gente o associar de imediato a uma versão novinha e muito menos depravada da Ana Malhoa, o certo é que este programa começou por ser apresentado por Ana Marques. Para além de fazer a ponte entre os desenhos animados e as séries que faziam a delícia da pequenada, este programa também apostava fortemente na música, sendo que algumas assim hoje são recordadas como é o caso de: “sabes que começou no A…” (sim, eu sei que estás a cantarolar com um sorriso parvo na cara).

Ana Malhoa, o Boi Ré-Ré e o Macaco Hadrianno
Os anos 90 e os seus programas de qualidade continuam no próximo post...
23 março 2014 0 poesias

O que fazer em Londres - dia 4

“Life isn’t about finding yourself, it’s about creating yourself”

Ora bem, vamos lá ao último dia deste roteiro: o dia começou pela visita exterior à St. Paul's Cathedral. Visitar por dentro seriam mais gastos que não estávamos interessados em ter. Por fora, já vale bem a pena. Seguimos para a Millennium Bridge bem ali ao lado para umas fotos e uma vista pela cidade da perspectiva da ponte que aparece num dos filmes do Harry Potter (as coisas que eu descobri sobre esta saga). 

St. Paul's Cathedral

A ideia era visitar o Tate Modern, mas como a vontade não era muito, decidimos ir fazer uma “visita” ao Mourinho. Seguimos para a estação Fulham Broadway para visitar o estádio mais estranho que já vi: Stamford Bridge. Se não houvesse publicidade ao Chelsea, nunca diria que aquilo era um estádio, pois é parecido com mais um prédio habitacional. Não vimos o Mourinho nem deu para dar uma palavra ao récem-chegado Matic, por isso lá fomos visitar a megastore para trazer umas recordações deste clube. 

Chelsea Football Club

Como na estação tinha um restaurante Nando’s (uma cadeira de restaurantes de comida portuguesa), decidimos almoçar por lá mesmo e…nada melhor do sermos bem recebidos por um português e comermos um franguinho muito bom.

Nando’s

Próximo ponto: Hyde Park. Um dos mais famosos parques de Londres, onde em praticamente todo o lado se pode encontrar os adoráveis esquilinhos. É um encanto dar de comida a estes animais: a maneira como se aproximam, como pegam na comida e como comem é uma dose de “fofura” inacreditável. Infelizmente lá veio a chuva outra vez que “nos mandou embora”.

Um dos habitantes do Hyde Park

Nesta fuga à chuva, fomos parar à Tower Bridge. Como ainda não tínhamos atravessado esta ponte icónica, foi o que decidimos fazer. Para além disso, decidimos visitar por dentro (custa 8£ por pessoa). É uma visita que para além de dar a experiência que é atravessar a ponte pelo seu interior, permite também conhecer as origens e a história de uma das mais históricas pontes do mundo. O passeio seguiu pela zona norte do Rio Tamisa, numa zona de prédios modernos, onde se pode ver, entre outros, o City Hall

Tower Bridge

O sentimento era que o mais importante em Londres estava visto. Mas ainda havia tempo para um último ponto – sugerido pelo meu amigo que está a morar em Londres – Camden Town. Este lugar marca-se essencialmente pela diferença: é frequente descrito como um bairro alternativo, aquela zona onde o espírito dos padrões britânicos fica de lado e onde se pode encontrar todo o tipo de acessórios à venda. Chegamos quase à hora de fecho das lojas e do mercado, mas ainda deu tempo para visitar as inúmeras sapatarias que lá existem e fazer as últimas compras. O nosso último jantar em Londres também foi por esta zona também.

Camden Town

E assim fica concluído um roteiro para 4 dias em Londres. Espero que tenham gostado.


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20 março 2014 0 poesias

O que fazer em Londres - dia 3

I think is good to have dreams. Don’t you?

O plano do terceiro dia foi logo alterado desde início devido à chuva incomodativa tão inimiga de turistas que querem ver monumentos ao ar livre. O plano era apreciar por fora St. Paul's Cathedral e seguir pela Millennium Bridge até ao Tate Modern, mas como o tempo não estava nada convidativo a passeios, decidimos dedicar a manhã e o início da tarde aos museus.

St. Paul's Cathedral

O primeiro foi o Natural History Museum (Museu de História Natural de Londres), um museu absolutamente imperdível – até mesmo para quem não é grande apreciador de museus (como é o meu caso). Por fora, parece um enorme castelo. Ao entrar, a primeira imagem com que as pessoas se deparam é um dinossauro gigante, que faz antever a grandiosidade que vai encontrar pelos corredores deste mundo sem fim. Não faltam corredores para percorrer, espalhados por vários andares, por isso, convém ser uma visita feita com tempo (nós demoramos cerca de 2 horas), principalmente para os apreciadores da ciência, da história e da natureza. Mas o melhor de tudo isto: é que é um museu completamente grátis! 

Museu de História Natural

O ponto de paragem seguinte foi o Science Museum, uma espécie de Visionarium, umas 10 vezes maior e gratuito! Este é um museu enorme, ideal para as crianças, pois tem imensos exemplos práticos, fotos, vídeos, computadores, hologramas e todo tipo de "engenhocas" imagináveis para explicar a ciência aos visitantes. Eu acabei por não valorizar muito este museu, porque a minha dose de museus para um dia já estava no limite. Por isso mesmo, riscamos da lista a visita ao Victoria & Albert Museum e seguimos caminho, mesmo com a chuva a acompanhar.

Science Museum

Seguimos até mais um ponto de visita obrigatório em Londres: a Torre de Londres, que começou a ser construída pelos Romanos como fortaleza militar, passou a residência dos monarcas britânicos e chegou a funcionar como Casa da Moeda, prisão e até mesmo jardim zoológico. Mais uma vez, vimos apenas por fora para não gastar na visita, mas só isso já enche o olho…até porque ali ao virar da esquina está mais um postal de Londres: a Tower Bridge!

Torre de Londres




Esta, que é uma das pontes mais fotografadas do mundo, completa este ano 120 primaveras. Desta vez, foi só uma vista rápida para umas fotos. No dia seguinte, é que a visita seria feita com mais atenção.


Londres ficou ainda com mais encanto depois de ter recebido os Jogos Olímpicos em 2012 e, como tal, era mais um daqueles locais a visitar. Ainda que fosse já tarde e não desse para ver grande coisa, decidimos rumar à zona do Estádio Olímpico e do maior shopping da Europa (fica numa zona 3, não abrangida pela Oyster Card). Foi mesmo isso que vimos: o Estádio Olímpico e a belíssima torre ao lado, o Westfield Stratford City Shopping Centre e ainda tivemos oportunidade de visitar por dentro o Centro Aquático de Londres (ainda que sem direito a fotos).

Parque Olímpico

Depois disto, para acabar a dia nada melhor que reencontrar velhos amigos que agora estão a viver nesta terra dos meus sonhos. E estava concluído mais um dia!

Um batido ao final da tarde na Oxford Street

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